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sexta-feira, 19 de março de 2010

Lei dos Resíduos Sólidos passa na Câmara e empresários comemoram

Publicado por Victor Tagore
em 17 de março, 2010
Fonte: www.cdn.com.br

O projeto de lei que cria o marco regulatório sobre os resíduos sólidos no País foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília, e agora segue para o Senado. Empresários comemoraram e destacaram a importância do projeto. “Foi um momento histórico. O esforço do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais – e do SOS Mata Atlântica terá um reflexo gigantesco de inclusão social. Ganha a sociedade, o meio ambiente e o Brasil”, afirma o presidente da Tetra Pak, Paulo Nigro. “Era a vontade de 43% do PIB privado de nosso País”, completa ele. A votação foi acompanhada por Roberto Klabin, presidente do LIDE Sustentabilidade e da Klabin S.A.

Nota nossa:
Essa lei sempre combatida por muitos porque implicará responsabilidade ao setor produtivo sobre as embalagens e outros produtos que são jogados no lixo, por exemplo: Garrafas PET, embalagens de de Shampoo, caixas de leite e etc.

Chorume

Chorume, não, não é nenhum super-herói de desenho japonês, antes que você imagine. E sim, um terrível vilão em questões ambientais. O Chorume é um dos resíduos perigosos mais tóxicos dos aterros sanitários. Um líquido preto que pode contaminar por centenas de anos um lençol freático, caso não seja tratado. Conforme pesquisa do site Canal Ciência :

“Chorume” é um líquido percolado, que é produzido pela infiltração da água das chuvas e pela degradação de compostos que percolam através da massa de lixo aterrada, carregando materiais dissolvidos ou suspensos ”.

Este monstrinho que é formado pela mistura de água, com outros inúmeros resíduos que vão para o seu lixo, é responsável pela contaminação do solo e da água dos aterros sanitários. A pesquisa mostra também que o Chorume pode entrar na cadeia alimentar, caso ele consiga chegar aos lagos, rios e o mar e logo após poderá ser encontrado em peixes. Caso este peixe seja consumido por seres humanos há enormes possibilidades desta contaminação ter consequências inimagináveis.

Como não se sabe a composição correta deste líquido é impossível prever os resultados desta contaminação. A contaminação também pode chegar até você através das verduras e legumes, caso este líquido chegue aos córregos que são usados para irrigação de lavouras.E aí você me pergunta o que eu posso fazer contra isso? Bom! Quanto mais sólidos e recicláveis for o seu lixo, melhor! se conseguir separar todo o seu lixo reciclável dos dejetos orgânicos melhor ainda.


Você também pode combater o Chorume, com simples passos:


  1. Não jogue comida no lixo! Faça compostagem
  2. Separe o resíduo domiciliar dos recicláveis;
  3. Separe as pilhas e baterias. Elas são um veneno para o solo;
  4. Separe os resíduos de óleos de cozinha e produtos químicos e leve à algum centro de reciclagem;
  5. O óleo de cozinha é ótimo para diversas finalidades, você pode encontrar uma facilmente
    A separação das cascas de frutas, legumes e verduras é importante para fazer biofertilizante. É ótimo, ele fornece nutrientes para as plantas

De tudo isso, sei que é impossível determinar o fim destes aterros (por enquanto), mas nem tudo são tristezas. Estes aterros sanitários também produzem Biogás, que pode virar combustível par a gerar energia nas termelétricas, mas isso fica para outra matéria.

Este são apenas alguns passos que você pode seguir para ajudar a combater o Chorume, e agora só depende de você combater este vilão, que além de vilão também é um ótimo adubo caso você faça de forma adequada. Aqui demonstramos como é possível fazer biofertilizante para suas plantas e por aqui como fazer uma Horta Orgânica em Casa.

http://www.dicasverdes.com/2009/04/chorume-o-grande-vilao-do-lixo/

Conama aprova resolução que define estágios da vegetação em campos de altitude

19 / 03 / 2010

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou nesta quarta-feira (17) proposta de resolução que define parâmetros para os estágios sucessionais da vegetação nos campos de altitude. A medida vai facilitar os processos de licenciamento ambiental para exploração de atividades nessas áreas. "Esses parâmetros conjugados vão permitir uma análise mais sólida dos processos de licenciamento", destacou a secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o primeiro dia de reunião do colegiado.
A determinação de regulamentação da lei pelo Conama estava prevista na Lei da Mata Atlântica (11.428/06). Com a regulamentação dos estágios sucessionais dos campos de altitude o conselho conclui a última etapa para que se possa operar a lei, esclareceu João de Deus, diretor de Florestas do MMA. "Fechamos a regulamentação sobre todos os tipos de vegetação da Mata Atlântica com a definição de parâmetros para os estágios sucessionais dos sistemas de florestas, restingas e, agora, campos de altitude". Bons exemplos desse tipo de vegetação são o Pico da Bandeira, na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais; e o Pico das Agulhas Negras (foto), no Rio de Janeiro.
Em decorrência de desmatamentos ou exploração excessiva, as áreas florestais hoje existentes no Bioma Mata Atlântica se apresentam em diferentes estágios sucessionais de regeneração ou recuperação. As florestas com características primitivas, aquelas que nunca foram exploradas, são raras e representam apenas uma pequena parte dos 7,84% de remanescentes, percentual insuficiente para garantir a conservação da biodiversidade, dos serviços ambientais e dos processos ecológicos no longo prazo.
O valor biológico e ambiental das florestas secundárias ganha ainda mais importância numa situação extrema como é a da Mata Atlântica. As florestas secundárias também podem proporcionar diversos produtos como lenha, folhas, frutos, ervas medicinais e plantas ornamentais. Elas são de extrema importância para o equilíbrio da paisagem e para o desenvolvimento do ecoturismo.Com a resolução aprovada pelo Conama ficam definidos parâmetros para se avaliar se a vegetação está em estágio primário de conservação ou, no caso de estágio secundário, se está na fase inicial, média ou avançada de regeneração.
Pilhas e baterias -
Na reunião desta quarta-feira (17/3), a primeira de 2010, o Conama também aprovou a revogação do parágrafo único do art. 16 da resolução, referente a pilhas e baterias, garantindo assim a entrada desses materiais importados no Brasil, sem prejuízo da fiscalização do Ibama. (Fonte: MMA)

quinta-feira, 18 de março de 2010

Novo protocolo da gripe A orienta doadores de sangue

18/03/10
O novo protocolo do Ministério da Saúde (MS) sobre a vacinação contra a gripe A preconiza que as pessoas que receberam a vacina não podem fazer doação de sangue durante 48 horas. Por isso, a direção do Hemoal em Maceió e Arapiraca, estão apelando aos doadores que antes de tomar a vacina procurem o Hemoal.

O Hemoal funciona na rua Jorge de Lima, no bairro Trapiche, próximo ao Estádio Rei Pelé, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Aos sábados, o atendimento para doação acontece das 8h às 12h, assim como no Hemoal Arapiraca, cuja sede está situada na rua Geraldo Barbosa Lima, no Centro de Arapiraca.

As doações também podem ser realizadas durante as coletas externas, cujo cronograma pode ser acompanhado pela imprensa ou no www.saude.al.gov.br/hemoal . Informações também podem ser obtidas por meio da Central de Atendimento ao Doador, que atende no telefone 3315-2109, de segunda a sexta, das 7h às 18h, e no sábado, das 8h às 12h.

Para ser um doador voluntário de sangue é necessário ter idade superior a 18 anos, 50 kg e apresentar um documento de identificação com foto. Além destes pré-requisitos, o candidato também não pode ter contraído doença de Chagas, Aids, sífilis e hepatite após os 10 anos. Em se tratando das gestantes e lactantes não é permitida a doação e, no caso dos doadores que irão repetir o procedimento, estipula-se um prazo de dois meses para os homens e três para as mulheres.

Vacinação
Segundo o Cronograma de Vacinação estabelecido pelo Ministério da Saúde (MS):
De 22 deste mês até 2 de abril, será realizada a vacinação para as gestantes, crianças com seis meses de vida a menores de dois anos e pessoas com doenças crônicas, exceto idosos.

A partir de 5 de abril até o dia 23, devem ser imunizadas as pessoas saudáveis com idade entre 20 a 29 anos.
De 23 de abril até 7 de maio, o público alvo são os idosos com mais de 60 anos e portadores de doenças crônicas.
De 10 de maio até o dia 21, devem ser imunizados àqueles que estejam na faixa etária dos 30 aos 39 anos.
por Agência Alagoas

Projeto vai digitalizar obras raras do século 19 sobre a Amazônia

18 / 03 / 2010

Centro de referência em pesquisa sobre a Amazônia, o Museu Paraense Emílio Goeldi, baseado em Belém, no Pará, foi escolhido como uma das sete instituições que terão parte de seu acervo raro digitalizado e publicado na internet. O nome do projeto é tão extenso quanto sua ambição - o Digitalização e Publicação Online de Coleção de Obras Raras Essenciais em Biodiversidade das Bibliotecas Brasileiras pretende disponibilizar ao público cerca de 2 mil livros, mapas e documentos de valor histórico para a comunidade científica até o fim de 2013.
Na prática, internautas poderão ver as páginas de publicações centenárias sobre a Amazônia, algumas das quais guardadas a sete chaves no Museu Goeldi. Hoje, são livros restritos que só podem ser analisados por pesquisadores. Alguns dos mais importantes documentos são os boletins lançados periodicamente pelo museu sobre os trabalhos científicos em andamento, desde o século 19.
Quando a primeiríssima edição deste boletim foi lançada, em 1894, as regras de ortografia eram bem diferentes das atuais. Tanto que o título do "Boletim do Museu Paraense de História Natural e Ethnographia, Ano I Tomo I" trocava a letra "f" pelo "ph". Hoje, a publicação tem outro nome: "Boletim de Ciências Naturais do Museu Paraense Emílio Goeldi".
"O sistema de impressão naquela época também não era como o de hoje e Emílio Goeldi (Emílio Augusto Goeldi, 1859-1917, zoólogo suíço que trabalhou no museu e depois deu nome a ele) chegou a levar algumas obras para serem impressas na Europa", diz Aldeídes de Oliveira Camarinha, coordenadora de informação e documentação do museu.
Livros de autoria do próprio Goeldi, como o "As Aves do Brasil", de 1894 a 1900, também serão digitalizados. Outros livros selecionados para o projeto são o "Arboretum Amazonicum" e o "Álbum de Aves Amazônicas", todos publicados entre 1900 e 1906.
Democratização -
"São obras valiosíssimas, com impressão gráfica rara", explica Maria Astrogilda Ribeiro, coordenadora do projeto dentro do museu e funcionária do Ministério da Ciência e Tecnologia. "Vamos democratizar o uso dessas obras, no Brasil, por meio da Biblioteca Virtual de Biodiversidade, que está sendo criada dentro do Ministério do Meio Ambiente.
"Segundo Aldeídes, o museu já tem cerca de 22 mil documentos indexados para consulta digital em base, e ainda não existe estimativa sobre sua publicação online. As primeiras obras do Goeldi contempladas pelo novo projeto deverão estar na rede já em 2011. "O detalhe é que o Goeldi foi a única instituição fora do eixo Centro-Sul a ser inserida no projeto", lembra ela.
Unidas ao acervo contemplado pelo projeto, as obras do Goeldi integrarão a Scientific Electronic Library Online (SciELO), parte da Biodiversity Heritage Library, um consórcio internacional de instituições de pesquisa que pretende digitalizar todas as obras relacionadas à biodiversidade no mundo, principalmente as mais antigas.
No Brasil, o projeto é coordenado pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme) e pelo Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), e ainda recebe apoio do Ministério do Meio Ambiente.
Além do Goeldi, também serão contempladas pelo projeto as seguintes entidades: Biblioteca do Instituto de Biociências da USP, Instituto de Botânica do Estadão de São Paulo, Instituto Oswaldo Cruz, Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Biblioteca do Ministério de Planejamento, Biblioteca do Museu Nacional do Rio de Janeiro e Biblioteca de Zoologia da USP. (Fonte: Globo Amazônia)

Com 54% do bioma, Caatinga perde duas cidades de SP por ano

MARTA SALOMON da Folha de S. Paulo, em Brasília

A caatinga vem perdendo por ano uma área de sua vegetação nativa equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo, revelou o primeiro monitoramento já feito sobre esse bioma.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, resta pouco mais da metade --53,62%-- da cobertura vegetal original típica do semiárido nordestino.

Editoria de Arte/Folha Imagem
A principal causa de desmatamento na região é a produção de energia. Abatida, a mata nativa é transformada em lenha e carvão destinados a abastecer siderúrgicas nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo ou a mover indústrias de gesso e cerâmica instaladas no próprio semiárido.

"Sem estimularmos alternativas de geração de energia, como gás natural ou energia eólica [dos ventos], não vamos conter o desmatamento na caatinga", observou ontem o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) ao divulgar os números do monitoramento do bioma, que só existe no Brasil.

Minc classificou de "intolerável" o ritmo do corte da vegetação no local e anunciou para breve novas ações de repressão no semiárido. Recentemente, o ministério mandou parar parte das indústrias de gesso instaladas na região.

Dados de satélite indicam que a caatinga perdeu, num período de seis anos, entre 2002 e 2008, 16.576 quilômetros quadrados de vegetação nativa. Isso equivale a 2% do bioma, que detém cerca de 10% do território nacional. O ritmo do desmatamento é semelhante ao verificado na Amazônia.

Apesar do porte menor das árvores, o abate da caatinga foi responsável pelo lançamento de 25 milhões de toneladas de carbono por ano na atmosfera.

Isso significa o dobro do corte das emissões de carbono planejado pelo governo com medidas de eficiência energética em 2020. Ou o equivalente à geração de energia por fontes alternativas, como pequenas hidrelétricas e usinas eólicas, também em 2020, conforme as metas oficiais do país.

O desmatamento na caatinga preocupa porque a região do semiárido já foi identificada como uma das áreas mais vulneráveis no Brasil às mudanças climáticas. Um terço da economia pode ser afetado com o aumento da temperatura.

Carlos Minc adiantou que o bioma também deve contar com metas para a redução do abate de árvores, da mesma forma que a Amazônia e o cerrado.

"A Amazônia é fundamental, mas o ministério não pode ser samba de uma nota só", disse. Uma das medidas em estudo é a criação de mais unidades de conservação na caatinga, como a que será estabelecida na serra das Confusões (PI) neste mês. Áreas protegidas representam atualmente 7% do bioma.

Bahia e Ceará concentram mais da metade do desmatamento medido pelo ministério no período mais recente, até 2008. O município de Acopiara (CE) lidera o ranking. Em Alagoas, o ritmo foi menor, mas restam poucas áreas preservadas no Estado.

O padrão de corte de árvores na caatinga é diferente do verificado em outros biomas já monitorados. Nos últimos anos, os satélites mostram que o desmatamento ocorreu de forma pulverizada na região.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Espécies Ameaçadas de Extinção

Mutum-de-Alagoas

Espécies em Extinção 01

Espécies em Extinção 02

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