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terça-feira, 30 de março de 2010

Mais de 3.000 cidades em 125 países participaram do "apagão" pelo clima

29/03/2010 - 15h44
da Folha de S. Paulo

No mundo inteiro, em protesto contra o aquecimento global, monumentos, prédios e locais famosos tiveram as suas luzes apagadas. Foi a edição de 2010 da "Hora do Planeta", na noite de sábado.

Participaram 3.483 cidades em 125 países, deixando seus marcos no escuro. Entre eles, no exterior, a torre Eiffel, o Coliseu, o Big Ben, o Empire State Building, em Nova York, e as pirâmides do Egito.
O Partenon (acima), na Acrópole de Atenas; e a orla de Copabacana, no Rio de Janeiro, na "Hora do Planeta".
No Rio, entre outros pontos, a luz se apagou na orla de Copacabana, no Cristo Redentor e no Pão de Açúcar. Em São Paulo, na Ponte Estaiada e no Pacaembu. Em Brasília, no Congresso Nacional. No total, 72 cidades do país participaram.

É a quarta edição da "Hora do Planeta" e a segunda da qual o Brasil participa. Ela é organizada pela ONG WWF. A ideia é simbolicamente reduzir o consumo de energia no planeta.

Início
O evento começou pequeno, em 2007, apenas em Sydney. "Nós nunca, nem em nossos mais loucos sonhos, imaginávamos que se espalharia dessa forma", diz o inglês Andy Ridley, diretor da iniciativa.

Em 2008, 35 países participaram. Em 2009, 88. O ano de 2010 teve, portanto, uma adesão recorde, com 125 países.

A edição de 2010 ocorre três meses após o fracasso da cúpula do clima de Copenhague. Na época, países como Estados Unidos, China e Índia, que apagaram juntos as luzes no sábado, não chegaram a um acordo consistente, com força de lei, contra as emissões globais de gases-estufa.

A próxima cúpula do clima ocorre no final do ano, no México. Negociadores importantes em Copenhague se mostram pessimistas. O ex-secretário-executivo da ONU para o clima Yvo de Boer disse à Folha em fevereiro que não acredita que um acordo expressivo possa ser finalizado por lá.
A Cidade Proibida de Pequim apagou suas luzes às 20h30 locais (12h30 GMT), com vários outros monumentos

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u713592.shtml



Alagoas terá Plano Estadual de Combate à Desertificação

30/03/10 12:31

"Dois milhões de pessoas ainda morrem de fome em todo o mundo. O desequilíbrio entre uma minoria privilegiada e a maioria massacrada é o que provoca tantas desigualdades sociais. Já a desertificação (degradação da terra nas zonas áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas) atinge 41% da superfície do planeta, e 42% da população mundial. Uma das principais causas é o sistema de produção colonial que incentiva a exploração dos recursos naturais até a sua exaustão". As afirmações são do assessor técnico da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcelo Ribeiro, ao proferir palestra no auditório do Senac Poço, na Semana da Água. Ele falou sobre o "Plano de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca".

Desde os anos 70 que a desertificação virou tema mundial. Marcelo Ribeiro explicou à platéia que nos anos 90, a discussão do problema aumentou em função das conseqüências trágicas que o fenômeno desencadeou em vários países, principalmente na África, onde matou milhares de pessoas e provocou a degradação do meio ambiente. As discussões resultaram na criação do PAN (Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação) que no Brasil é executado pelo Ministério do Meio Ambiente. "O objetivo é apoiar o desenvolvimento sustentável, combater a pobreza e a desigualdade, aliado à recuperação, preservação e conservação dos recursos naturais", afirmou Marcelo.

Segundo ele, em Alagoas o governo está trabalhando na organização de um plano estadual. "Já ocorreram três reuniões; temos que ter a capacidade de gerar projetos e buscar recursos em Brasília para a execução", afirmou o assessor técnico acrescentando que "a mudança climática é uma ameaça à civilização e até 2050 a desertificação e a salinização afetarão 50% das terras agrícolas".

Em Alagoas, as áreas suscetíveis à desertificação correspondem à 52,4% de toda a extensão territorial do estado, e a forma mais grave ou intensa está concentrada na região do alto sertão. Marcelo Ribeiro ressaltou a importância das parcerias e articulações dos poderes públicos Federal, Estadual e Municipal em conjunto com a sociedade civil organizada, representada pela Articulação do Semi-Árido (ASA) para o combate à desertificação no estado.
por Senac/AL

segunda-feira, 29 de março de 2010

Tráfego de caminhões na Fernandes Lima é proibido

07:28 - 29/03/2010
Da Redação

Veículos pesados vão ser multados em grandes vias

A partir de hoje, equipes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito devem aumentar a fiscalização para proibir o tráfego de veículos pesados em grandes vias de Maceió. A lei municipal já existe desde março do ano passado, mas até agora, não era cumprida.

De acordo com o superintendente da SMTT, Jorge Coutinho, as atividades começam com um trabalho educativo e, a partir da próxima segunda-feira, os motoristas flagrados na via vão ser multados.

Entre as avenidas onde o trânsito é proibido, estão Fernandes Lima e Durval de Góes Monteiro, no trecho que vai da Polícia Federal (PF) à Praça do Centenário. Não são atingidos pela proibição os veículos pertencentes a órgãos de saúde, militares, de telefonia, energia elétrica, água, saneamento, lixo, distribuidoras de gás liquefeito de petróleo.

A lei atinge motoristas de caminhões acima de cinco toneladas, além de tratores e máquinas, caso trafeguem pelos locais mais movimentados da cidade. Segundo a lei, a proibição deve ser aplicada nos horários da 6h às 9h, das 11h às 14h e das 17h às 19h. Nos sábados, domingos e feriados, o tráfego está liberado.

Os trechos onde o tráfego de veículos pesados será proibido são:

- Avenidas Thomáz Espíndola, Dom Antônio Brandão e Moreira e Silva;- Ladeiras Geraldo Melo, da Catedral, do Brito e dos Martírios;- Ruas do Imperador, Barão de Penedo, Barão de Maceió, Barão de Alagoas, Comendador Palmeira, Oliveira e Silva, Santa Cruz, Dois de Dezembro, Barão de Atalaia, Pontes de Miranda e Pedro Monteiro Joaquim Távora, João Pessoa, do Comércio, Melo Morais, Boa Vista, Cincinato Pinto, Fernandes de Barros, Augusta, Senador Mendonça, Dias Cabral e da Praia;- Trecho entre o depósito de combustível da Atlantic, na praia de Pajuçara, e o restaurante Bem, na praia de Cruz das Almas, no horário das 6h às 24h;- Pontes Divaldo Suruagy e do Riacho Salgadinho, no horário das 6h às 22h, aos sábados, domingos e feriados.

Com DNA, grupo acha nova espécie de humano na Ásia

26 março, 2010 - 11:20h
Délcio Rocha

Um único osso do polegar (não se sabe nem se da mão direita ou esquerda) pode servir de base para revelar um irmão extinto da humanidade, de cuja existência nenhum antropólogo sequer desconfiava até agora.

Transformado em pó, o ossinho rendeu DNA suficiente para identificar um indivíduo que provavelmente não é nem Homo sapiens nem Neandertal.

Se as estimativas feitas pelos cientistas que estudaram esse material genético estiverem corretas, a criatura, que viveu nas montanhas do Altai, no sul da Sibéria, representa uma migração independente de hominídeos (como é conhecido o grupo ao qual pertence o homem e seus parentes fósseis) da África rumo à Eurásia.

Com cerca de 40 mil anos de idade, ele pode até ter tido contato com humanos modernos e neandertais, cujos ossos e ferramentas foram achadas nessa mesma região da Rússia.

Surpresa - Em entrevista coletiva por telefone, Johannes Krause e Svante Pääbo, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva (Alemanha), contaram como se deu a descoberta, publicada no site da revista científica britânica "Nature". Segundo Krause, inicialmente o grupo não tinha nenhuma razão para acreditar que o DNA obtido do osso fosse diferente do dos neandertais que a equipe já estudou diversas vezes.

"Quando eu vi os dados, liguei imediatamente para o celular de Svante, que estava num congresso em Cold Spring Harbor [EUA]. Disse que era melhor ele se sentar antes de ouvir o que eu tinha para contar", afirma Krause.

"No começo, achei que ele estava de brincadeira", diz Pääbo. "Seja lá o que for isso, trata-se de uma nova criatura, que simplesmente tinha escapado ao nosso radar até agora." A comparação mais próxima, arrisca Pääbo, é com o chamado "hobbit", ou Homo floresiensis, da Indonésia - um hominídeo-anão que parece ter sobrevivido isolado na ilha de Flores até uns 17 mil anos atrás.

O "hobbit" foi descoberto só em 2004, e os dois casos indicam uma diversidade oculta de humanos extintos, que teriam florescido em locais remotos e épocas relativamente recentes.

Cópias - Por enquanto, o material genético obtido é apenas o DNA mitocondrial, ou mtDNA, presente nas mitocôndrias, as usinas de energia das células.

É mais fácil extrair mtDNA de ossos antigos porque há 8.000 cópias dele em cada célula, contra apenas uma do DNA "principal", o do núcleo. "Mas já conseguimos obter DNA do núcleo também, e devemos apresentar dados sobre ele em questão de meses", afirma Pääbo.

Essa informação - ou, de preferência, fósseis mais completos - é indispensável para tentar saber que cara tinha o "hominídeo fantasma" do sul da Sibéria.

Mutações no mtDNA são muito usadas para diferenciar uma espécie de outra e funcionam em mais de 90% dos casos.

Considerando que há uma taxa "média" de mutações, é possível estimar o tempo de separação a partir de um ancestral comum. Nesse caso, a conta chega a cerca de 1 milhão de anos - algo como o dobro do tempo que separa a linhagem humana moderna da dos neandertais.

Contudo, dispondo apenas do mtDNA, é muito cedo para cravar que se trata de uma espécie nova de hominídeo, alerta John Hawks, antropólogo da Universidade de Wisconsin em Madison (EUA).

"Pode ser que haja divergências muito antigas dentro do mtDNA dos neandertais que nós ainda não tínhamos observado. Precisamos de algo além do polegar", disse Hawks ao comentar o achado em seu blog.
Fonte: Folha Online
http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=10551

Estrela de Alagoas fará segunda despesca

Na próxima terça-feira, 30, os moradores do povoado Impueira, em Estrela de Alagoas, serão mais uma vez beneficiados com a despesca de aproximadamente 700 quilos de peixe da espécie tilápia negra.

Na próxima terça-feira, 30, os moradores do povoado Impueira, em Estrela de Alagoas, serão mais uma vez beneficiados com a despesca de aproximadamente 700 quilos de peixe da espécie tilápia negra. Essa é a estimativa de técnicos do Instituto de Meio Ambiente (IMA), que fizeram a biometria nos tanques da Unidade Demonstrativa do Programa Água Doce, projeto desenvolvido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh).

Em dezembro passado, foi realizada a primeira despesca de tilápia rosa, rendendo 667 quilos de pescado para a população, que pôde comprar os peixes por um preço abaixo do praticado no mercado. A despesca está prevista para acontecer a partir das 8 horas da manhã e contará com a presença do secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Alex Gama.

Sustentabilidade - Ainda como parte das ações do Programa Água Doce em Estrela de Alagoas, foi realizado na última terça-feira, 24, um curso de capacitação para a comunidade no fabrico de ração para ruminantes, utilizando a planta Atriplex, popularmente conhecida como erva-sal. A espécie, altamente resistente à salinidade e à seca, é irrigada com a água restante do processo de dessalinização das águas subterrâneas, predominante no semiárido alagoano.

A Unidade Demonstrativa trata e dessaliniza essa água, fornecendo água potável para os sertanejos, enquanto os resíduos da dessalinização são reaproveitados para a criação das tilápias e para a irrigação da Atriplex, em um processo inteiramente sustentável. Após a capacitação da terça-feira, foi realizado o corte da planta, que será desidratada e transformada em ração.
http://www.semarh.al.gov.br/noticias/estrela-de-alagoas-fara-segunda-despesca/view

Promotoria do Meio Ambiente aguarda relatórios para firmar TAC

26 de março de 2010

O promotor de Justiça Alberto Fonseca esteve reunido com o presidente da Aliança Comercial, João Correia, comerciantes e representantes dos órgãos municipais para discutir sobre a adequação urbanística do Centro de Maceió. O Ministério Público Estadual estabeleceu um prazo de 20 dias para a Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) apresentar relatórios sobre a adequação urbanística ao Plano Diretor da cidade.

Além do relatório da SMCCU, o MPE ainda aguarda o da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), que deve ser entregue em até 10 dias. O promotor de Justiça Alberto Fonseca está aguardando a entrega desses relatórios para firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com objetivo de realizar um ordenamento na região.

O presidente da Aliança Comercial, João Correia Barros, disse que a reunião era muito aguardada pelos lojistas. “Enviamos ofícios ao procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares, solicitando uma audiência porque a situação chegou ao limite. Reunimos fotos e detalhamos os locais ocupados pelos ambulantes no Centro e esperamos que os órgãos responsáveis tomem as atitudes necessárias para acabar com essa ocupação irregular”.

Um acordo firmado ainda no primeiro mandato do atual prefeito de Maceió concentrou os ambulantes em quatro áreas: dois estacionamentos na Praça Palmares, toda a quadra da Rua do Comércio, parte da Praça da Cadeia e duas quadras da Avenida Moreira Lima. Hoje, mais de 900 ambulantes ocupam irregularmente mais nove pontos do Centro, incluindo os calçadões requalificados, o que vai de encontro às condições estabelecidas pelo Ministério das Cidades para a liberação das verbas para a reforma destes espaços.

Durante o encontro, os comerciantes apresentaram diversas queixas, como o acúmulo de lixo nas ruas, o esgoto a céu aberto, poluição sonora e a ocupação irregular por parte dos ambulantes. Para eles, a presença dos informais prejudica a circulação de clientes e o mercado formal.

Alberto Fonseca disse que assim que receber os relatórios, da SMCCU e da Sempma, deve marcar novo encontro com as entidades. “Os ambulantes também devem ser ouvidos na elaboração do TAC”, informou o promotor. Ainda segundo ele, caso não se chegue a nenhum acordo, o MPE deve ingressar com uma Ação Civil Pública exigindo o cumprimento do Plano Diretor.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Relações Ecológicas

Relações Ecológicas_Parte 01/02

Relações Ecológicas_Parte 02/02

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