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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Castanhas, nozes e peixe reduzem riscos de desenvolver Alzheimer, diz estudo.

14 / 04 / 2010

Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica “Archives of Neurology”.

O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, em Nova York, Estados Unidos, analisaram as dietas de 2.148 adultos em idade de se aposentar vivendo em Nova York.

Durante os quatro anos de duração do estudo, 253 dos adultos do grupo desenvolveram Alzheimer.

Quando os pesquisadores estudaram em detalhe as dietas de todos os participantes no estudo, perceberam um padrão.

Adultos cujas dietas incluíam mais frutos oleaginosos, peixe, aves, frutas e verduras e menos laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga apresentaram muito menos chances de sofrer de demência.

Influência –
Os pesquisadores acreditam que o segredo esteja nos diferentes níveis de nutrientes específicos que essa combinação de alimentos oferece.

Por exemplo, dietas ricas em ácidos graxos (como Ômega 3), vitamina E e folatos (como o ácido fólico), mas pobres em gorduras saturadas, parecem ser as melhores.

Há muito se suspeita de que nutrientes podem influenciar os riscos de demência.

Os folatos reduzem os níveis do aminoácido homocisteína (que foi associado, em estudos anteriores, ao Mal de Alzheimer) na circulação sanguínea.

Da mesma maneira, a vitamina E pode oferecer proteção devido ao seu forte efeito antioxidante.
Por outro lado, ácidos graxos saturados e monoinsaturados podem aumentar os riscos de demência ao encorajar a formação de coágulos no sangue, dizem os pesquisadores.

Comentando o estudo, Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer’s Research Trust, disse: “Entender a conexão entre dieta e os riscos de demência pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como o Mal de Alzheimer em algumas pessoas”.

“Adaptar nosso estilo de vida à medida em que ficamos mais velhos – fazendo exercícios regularmente, prestando atenção à nossa dieta e mantendo uma vida social ativa – pode reduzir os riscos de demência”.

“Mas infelizmente”, acrescentou Wood, “não há dieta ou estilo de vida que elimine esses riscos por completo”.

Na opinião da especialista, com 35 milhões de pessoas sofrendo de demência no mundo hoje, é importante que as pesquisas sejam direcionadas para a criação de novos tratamentos.
(Fonte: G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2010/04/14/53524-castanhas-nozes-e-peixe-reduzem-riscos-de-desenvolver-alzheimer-diz-estudo.html

Tsunami gerado por desprendimento de bloco de gelo em lago mata três no Peru

14 / 04 / 2010

Uma grande geleira se desprendeu e mergulhou em um lago no Peru, provocando uma onda gigante de 23 metros que matou pelo menos três pessoas e destruiu uma usina de tratamento de água, informaram as autoridades.Bloco tinha 500 por 200 metros.

O bloco de gelo da geleira Hualcan tombou em um lago nos Andes no domingo, próximo à cidade de Carhuaz, a cerca de 320 km ao norte da capital, Lima.

Três pessoas morreram presas nos escombros da usina. Cerca de 60 mil pessoas ficaram sem água na região.

Pesquisadores acreditam que o bloco de gelo tinha 500 metros por 200 metros.

“Este deslizamento no lago gerou uma onda de tsunami, que extravasou das barragens do lago, que têm 23 metros de altura”, disse Patricio Valderrama, especialista do Instituto de Engenharia de Minas do Peru.

As autoridades retiraram moradores da região, temendo novas ondas.

Cientistas afirmam que as mudanças climáticas devem fazer todas as geleiras peruanas desaparecerem em um prazo de 20 anos.

Em 1970, próximo a Carhuaz, um terremoto provocado por uma avalanche de gelo, rocha e lama na montanha Huascarán enterrou a cidade de Yungai, matando mais de 20 mil pessoas.
(Fonte: G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2010/04/14/53530-tsunami-gerado-por-desprendimento-de-bloco-de-gelo-em-lago-mata-tres-no-peru.html

terça-feira, 13 de abril de 2010

Promotor: IMA e Ibama devem atuar integrados

12 de abril de 2010
Tércio Cappello

O parecer elaborado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) a respeito dos possíveis impactos que seriam causados pela instalação do Estaleiro Eisa no município de Coruripe causou estranheza ao integrante do Núcleo do Meio Ambiente do Ministério Público Estadual, promotor Alberto Fonseca. Para ele, as considerações finais do parecer foram prematuras.

“Na realidade, é um parecer que se diz técnico, mas é jurídico, porque cita lei. O que eu acho estranho são as considerações que são feitas. O parecer destaca, em termos socioeconômicos, a expectativa gerada pela possível instalação do empreendimento na população Nordeste. E eu pergunto: e os quatro estaleiros que estão sendo construídos em Pernambuco?”, questiona.

O promotor ressalta a importância da vinda de um empreendimento de grande porte como o Estaleiro Eisa para o Estado, destacando os cinco mil empregos diretos a serem gerados em Alagoas. “Sem sombra de dúvidas, é um empreendimento que vai dar um incremento na oferta de emprego e renda no Estado”, falou.

Alberto Fonseca é enfático ao afirmar que o licenciamento ambiental não é excludente, ou seja, tanto os órgãos ambientais estaduais, quanto o nacional, têm competência para concedê-lo. Mas para ele, a melhor alternativa, em se tratando do Estaleiro Eisa, é a união entre os dois órgãos.

“Um processo de licenciamento não exclui o outro, segundo o Superior Tribunal de Justiça. Então, o IMA pode licenciar. Mas a melhor solução é que o licenciamento seja feito em conjunto, como já aconteceu em outros empreendimentos”, destacou, citando como exemplo a união entre o IMA e o Ibama para a concessão do licenciamento para construção do aeroporto de Maragogi.

IMA vai ao Ibama —
O presidente do Instituto do Meio Ambiente, Adriano Augusto de Araújo Jorge, afirma que já esteve em Brasília, juntamente com o governador Teotonio Vilela Filho, a fim de firmar com o Ibama essa parceria, dessa vez voltada ao licenciamento ambiental para o estaleiro. “A ideia era que faríamos o licenciamento e, quando surgisse algum problema, alguma dificuldade, recorreríamos ao Ibama”, conta. À época, o então presidente do Ibama garantiu que daria uma resposta a respeito do pedido, o que nunca aconteceu.

Essa semana, o governador e o diretor-presidente do IMA voltaram a Brasília, onde conversaram com o novo presidente do Ibama e fizeram a mesma solicitação feita anteriormente. “Ele ficou sensibilizado e nós esperamos uma resposta na próxima segunda-feira”, disse.

Sobre o trabalho de licenciamento do aeroporto de Maragogi, Adriano Augusto confirma que ele será feito em parceria, apesar de ser um trabalho bem mais complexo que o do estaleiro. “O Ibama está dizendo que o IMA não tem competência para fazer o licenciamento do estaleiro, mas ao mesmo tempo diz que temos para conceder ao aeroporto, que é um trabalho bem mais complexo, por conta do local ser uma Área de Proteção Ambiental e estar na fronteira entre dois estados, o que vai causar um impacto infinitamente maior”, destacou.

O promotor também falou sobre a recomendação do Ministério Público Federal (MPF) para que o Instituto do Meio Ambiente (IMA) não concedesse licenças ao estaleiro. Para ele, tal recomendação deveria ter sido dirigida ao Ibama. “No meu entendimento, existe sim atribuição do órgão ambiental estadual, e o MPF, entendendo que existem impactos de caráter nacional, deveria ter feito a recomendação ao Ibama, no sentido de dizer: licencie”, falou.

Segundo o promotor, um dos motivos colocados para que o licenciamento fosse concedido pelo Ibama é a supressão de vegetação de mangue, já que a obra vai atingir 100 hectares, sendo que em Pernambuco foram mais de 1.200 hectares. “Na duplicação da AL-101 Sul também houve a supressão de vegetação de mangue e, por isso, está sendo feito um trabalho de recuperação. O interessante é que o licenciamento da obra foi feito pelo IMA”, diz.

Ele exemplifica a questão citando uma padaria, que emite gases na atmosfera e afeta o meio ambiente no âmbito mundial. “Quem vai licenciar a obra dessa padaria? A Corte Internacional de Haia?”, questiona.

Ele também chama a atenção para o fato de o Ibama local não ter estrutura para licenciar, por não possuir laboratórios e nem os equipamentos necessários. “Interessante é que o laboratório do IMA acompanha a balneabilidade das praias. Será que não deveria ser o Ibama, já que o mar territorial é Bem da União?”

O relatório também coloca que a vinda o estaleiro para Alagoas pode gerar favelização e sobrecarga dos serviços públicos já carentes do Estado como saúde, saneamento básico e educação, mas o promotor destaca que Coruripe é um dos municípios mais ricos do Estado e que o empreendimento só tende a melhorar os serviços. “Ou seja, existe uma infraestrutura, que com um empreendimento como esses, só tende a crescer. O Ministério Público não quer entrar nessa questão de competência, até porque todo esse trabalho de competência esbarra na falta de trabalho dos deputados e senadores que ainda não definiram as regras claras de competência. Por enquanto, a competência em matéria ambiental é concorrente”, enfatiza.

Teotonio: “Parecer é um absurdo”
Para o governador Teotonio Vilela Filho, o parecer dado pelo Ibama condena Alagoas a ser um Estado pobre para o resto da vida. Isso porque a dificuldade para que o licenciamento do estaleiro seja concedido pode acarretar no afastamento de novos investimentos de grande porte que poderiam vir para Alagoas e gerar mais postos de trabalho. “O parecer é um absurdo, totalmente descabido, e emite um juízo de valor social e político do Estado, condenando Alagoas a ser pobre para o resto da vida”, afirmou nesta quinta-feira.

O promotor também concorda que quem pretende investir em algum lugar busca o mínimo de riscos. “Se existe mais segurança para investir em outro lugar, o empreendedor vai pra lá. Ele vai para onde puder fazer mais rápido o seu trabalho. É possível que um parecer como esse engesse a vinda de novos investimentos de grande porte para Alagoas”, diz.

Segundo Adriano Augusto, a discussão em torno do assunto acontece, principalmente, pela pressa que têm os empreendedores em se instalar no Estado. Quanto mais demorar, mais distantes ficam os investimentos a serem feitos em Alagoas. “Se o licenciamento fosse feito em Alagoas, ele seria prioridade. Temos pressa e em Brasília o pedido vai ser só mais um”, enfatiza.

Jamylle Bezerra - Agência Alagoas
http://www.mp.al.gov.br/areasAtuacao/noticias/index.asp?vCod=10320&idioma=pt

Servidores de órgãos da área ambiental mantêm greve

(12/04/2010),
Globo Rural Online

Servidores de órgãos da área ambiental paralisaram suas atividades por discordarem da proposta de reestruturação da Carreira de Especialista em Meio Ambiente apresentada na última semana pelo Ministério do Planejamento.

“Os servidores da área ambiental vêm negociando a restruturação da carreira e a situação chegou em um ponto que não há como evitar a paralisação. Os servidores paralisaram para mostrar à sociedade como é tratada a área ambiental”, afirmou o presidente da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Asibama), Jonas Corrêia, alegando que as discussões sobre mudanças na carreira ocorrem desde 2003.

Funcionários do Ministério do Meio Ambiente, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Chico Mendes e do Serviço Florestal Brasileiro estão em greve na maior parte do país.

Ainda de acordo com Corrêia, apenas os estados de Alagoas e Roraima não aderiram ao movimento. Segundo a Asibama, nos primeiros três meses deste ano, cerca de 20 servidores abandonaram a carreira porque passaram em concursos públicos de outras áreas. Para a associação, isso ocorre porque a categoria se sente desmotivada e desvalorizada.

Segundo o Ministério do Planejamento, a negociação continuará nesta segunda-feira (12/04), em uma reunião marcada para as 19h, na qual haverá a participação de líderes da Asibama, da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) e da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento.

O Ministério do Planejamento afirma que desde 2008 vigora um acordo com servidores da área ambiental no qual foi estipulado um aumento salarial para a categoria. Segundo o ministério, a remuneração inicial de um servidor de nível superior, em 2003, era de R$ 2.548,38, e, em julho de 2010, será de R$ 5.577,64.

Save Brasil mapeia espécies ameaçadas de extinção

12/04/10 11:53

Grupo de Ornintologia do MHN/Ufal
Ave choquinha alagoana que está ameaçada de extinção
De acordo com dados da Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (Save Brasil), o país possui aproximadamente 120 espécies de aves ameaçadas de extinção. Número que representa cerca de 10% das espécies existentes no país. Em Alagoas, as que estão estágio mais crítico e podem desaparecer são as da espécie “Choquinha-de-Alagoas” e “Limpa-folha-do-Nordeste”.
Segundo informações da Save Brasil, que mapeou e vem monitorando as aves ameaçadas de extinção, as aves “Choquinha” e “Limpa-Folha” ainda podem ser encontradas, em pequenos números, em áreas da Mata Atlântica que ficam localizadas na reserva de Murici (AL), e em Tamandaré (PE), além de áreas que ficam nas proximidades da divisa de Alagoas e Pernambuco.Como estas aves são responsáveis pela polinização de plantas e pelo controle da população de insetos, o alerta da Save Brasil é que o desaparecimento delas pode comprometer o equilíbrio ambiental das regiões.
Portanto, para amenizar as ameaças e evitar que as aves desapareçam do habitat natural, estações ecológicas para pesquisas e acompanhamento das espécies foram implantadas nas unidades de conservação da Mata Atlântica onde espécies vivem. O trabalho é feito por especialistas vinculados a Save Brasil e outras instituições de estudos ligados a conservação das aves. Mais informações sobre o trabalho podem ser obtidos através do site www.savebrasil.org.br.

por Waldson Costa / Alagoas em Tempo Real
http://www.alagoasemtemporeal.com.br/?pag=meio_ambiente&cod=1304

Chuva forte deixa ruas alagadas em Maceió

07:58 - 13/04/2010
Elaine Rodrigues

Motoristas precisaram ter mais atenção ao passar por ruas alagadas

A chuva forte que caiu em Maceió no início desta manhã deixou várias ruas alagadas na capital alagoana. Os motoristas tiveram que diminuir a velocidade e prestar mais atenção no trânsito, para evitar acidentes.

Entre os pontos de alagamentos, estão ruas na Levada, parte da avenida da Paz, na praia da Avenida, além de trechos do bairro da Pajuçara. Apesar do grande volume de chuva, em tão pouco tempo, o riacho Salgadinho não chegou a encher, mas a sujeira invadiu a praia da Avenida.

Segundo o Corpo de Bombeiros, não foram registradas ocorrências por conta da chuva forte. Mas as equipes estão em alerta e, em casos de emergência, a população deve ligar para o número 193.

E, apesar da chuva no início da manhã, a previsão é de tempo nublado, com pancadas de chuva.
De acordo com boletim do Radar Meteorológico da Universidade Federal de Alagoas, 'o tempo segue instável, com muitas nuvens, momentos de sol e chuva (em geral, de fraca intensidade) em vários pontos do Estado. A temperatura mínima vai ser de 23,7º e a máxima vai ficar em 30'4º, em Maceió.

http://www.tudonahora.com.br/noticia/maceio/2010/04/13/91813/chuva-forte-deixa-ruas-alagadas-em-maceio

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ação ambiental: descarte de lâmpadas fluorescentes

Publicado em: 10/04/2010
Com o objetivo de demonstrar uma prática ambientalmente correta para o descarte de lâmpadas fluorescentes, a Unopar fará duas demonstrações a toda a comunidade acadêmica do campus CCBS/CCECA (Jardim Piza), nos dias 12 e 14 de abril. O processo se dará através da utilização de uma máquina trituradora de lâmpadas fluorescentes que será colocada no pátio do Campus.

Por que fazer?
Em muitos municípios brasileiros existe a prática inadequada de descarte de lâmpadas fluorescentes queimadas em fundos de vales, terrenos baldios, lixões e aterros sanitários. As lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio que quando dispostos inadequadamente são extremamente tóxicas e contribuem para a contaminação do solo e recursos hídricos. O mercúrio tem efeito acumulativo e a exposição prolongada causa danos à saúde. Dentre os efeitos maléficos para a saúde humana, podemos destacar os problemas neurológicos.

A lâmpada fluorescente é 100% reciclável, podendo ser reaproveitado o vidro, o alumínio, o mercúrio e demais componentes. Dentre as alternativas para o descarte ambientalmente correto de lâmpadas fluorescentes, as empresas podem contar com a praticidade de fazer a descaracterização do material na própria empresa com a periodicidade que lhe convier.

Com isso, já não é mais necessário acumular por muito tempo lâmpadas que oferecem riscos de acidentes aos trabalhadores, além de ocupar espaço, enquanto aguarda enviar para alguma fábrica em outra cidade para dar o destino adequado.

O transporte de lâmpadas fluorescentes oferece riscos de acidente na estrada podendo contaminar o ambiente e trazer danos à saúde das pessoas envolvidas, além de ser uma responsabilidade ambiental.

(Asimp/Unopar)
http://www.jornaluniao.com.br/noticias.php?noticia=NjY0Mg
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