BOAS VINDAS

BOAS VINDAS

Pesquisar este blog

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ong faz coleta de cabelo para limpeza de praias no Golfo do México

11 maio, 2010 - 10:33h
Délcio Rocha

Salões de cabeleireiro e fazendeiros do mundo inteiro estão recolhendo cabelo e peles de animais para auxiliar a operação de limpeza do petróleo que, há vários dias, vaza de um poço danificado no Golfo do México.

A ideia é que o cabelo, colocado dentro de meias de náilon, absorva o óleo espesso que se aproxima das praias dos Estados vizinhos ao local do vazamento - Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida.

Cerca de 370 mil salões estão participando, segundo a entidade beneficente que lidera a campanha de arrecadação de cabelo, Matter of Trust.

O Brasil também está contribuindo com doações, coordenadas a partir de uma página no site de relacionamentos Facebook.

Segundo a Matter of Trust, sediada em San Francisco, na Califórnia, por volta de 200 mil quilos de cabelo e peles estão chegando todos os dias.

Em entrevista à BBC, a co-fundadora da entidade, Lisa Gautier, disse que o cabelo é um material extremamente eficiente na absorção de todos os tipos de óleo, incluindo o petróleo.

Ela explicou que cada folículo tem grande área de superfície, à qual o óleo adere.

Fonte: JB ONLINE
http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=10786

MPE/AL continua na luta contra venda irregular do queijo coalho

07 de maio de 2010

O Ministério Público Estadual se reuniu com o representante da Real Alagoas, Anderson Alves de Oliveira, para discutir sobre a necessidade de proibir a venda clandestina de queijos dentro dos coletivos, bem como o transporte do produto fora dos padrões estabelecidos.

A promotora de Justiça Dalva Tenório explicou que a forma de acondicionar esses queijos não está correta nem dentro das normas sanitárias vigentes.”Pretendemos conscientizar a população sobre os prejuízos que o queijo clandestino pode causar. Trata-se de uma questão de saúde pública”, ressaltou a promotora.

Anderson Alves disse que tem acontecido das pessoas levarem queijo coalho e outros produtos derivados do leite no bagageiro dos coletivos sem o acondicionamento correto. “Assim que tomei conhecimento do trabalho do Núcleo do Meio Ambiente em melhorar a qualidade do queijo coalho consumido pela população, resolvi desenvolver um trabalho de conscientização com os motoristas e cobradores, no sentido de não permitir que o produto seja transportado fora dos padrões”, explicou Anderson Alves.
http://www.mp.al.gov.br/areasAtuacao/noticias/index.asp?vCod=10395&idioma=pt

Fóssil de megapredador é encontrado no Brasil

11 de maio de 2010 0h 00

Réptil pré-histórico viveu há 240 milhões de anos, antes dos dinossauros; descoberta ocorreu no Rio Grande do Sul.

Fóssil de Prestosuchus, apresentado no local da descoberta (Foto: Divulgação/Ulbra)
Pesquisadores brasileiros encontraram o fóssil de um predador pré-histórico em excelente estado de conservação no município de Dona Francisca (RS), a 260 km de Porto Alegre. O réptil, classificado como um Prestosuchus chiniquensis, viveu há 240 milhões de anos, antes do aparecimento dos dinossauros. Segundo os cientistas, é o fóssil mais bem conservado do maior predador do Triássico médio.

O paleontólogo da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) Sérgio Cabreira e o biólogo Lúcio Roberto da Silva vasculhavam uma ravina onde já haviam encontrado duas vértebras fósseis: avistaram então a omoplata do Prestosuchus recém-exposta pela água das chuvas. Depois de remover a terra, descobriram que a peça incluía crânio, patas e parte do tórax.

O Prestosuchus pertencia ao grupo dos arcossauros basais - predadores que antecederam os dinossauros, pterossauros e crocodilos na árvore da evolução.

Do ponto de vista morfológico, o fóssil gaúcho é mais parecido com um jacaré: caminhava sobre quatro patas, possuía uma longa cauda e um focinho alongado. O corpo não tocava o solo. Os pesquisadores estimam que ele pesava cerca de 1 tonelada e media 7 metros de comprimento e 1,5 metro de altura.

O material foi tombado no acervo do Museu de Ciências Naturais da Ulbra. Na quinta, um caminhão deverá buscar o bloco de pedra, que ainda está no sítio paleontológico, para levá-lo ao museu. A peça mede 2 metros de comprimento e pesa 3,5 toneladas. O primeiro fóssil de Prestosuchus chiniquensis foi encontrado em 1938 pelo paleontólogo alemão Friedrich Von Huene, em São Pedro do Sul (RS).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Desastre Ambiental nos EUA - Plataforma da suíça Transocean, operada pela British Petroleum (BP) afunda no Golfo do México.

No litoral sul dos Estados Unidos, uma plataforma pertencente à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela British Petroleum (BP), explodiu no último dia 20 de abril e afundou na quinta-feira seguinte, depois de ficar dois dias em chamas. Logo após a explosão da plataforma, desapareceram 11 trabalhadores que as autoridades dão por mortos. A mancha de óleo chegou ao litoral e é considerada um dos maiores desastres ambientais da história daquele país.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4414165-EI306,00-Rio+cria+grupo+para+tirar+licoes+de+desastre+ambiental+dos+EUA.html

Explosão na plataforma de petróleo nos EUA.

Plataforma de petróleo afunda nos EUA.

Desastre ambiental, EUA pode durar até 3 meses para conter vazamento.

Mancha de óleo chega à costa dos EUA.

Mancha de Óleo chega à costa do estado americano da Louisiana.

Estados admitem despreparo para lidar com vazamento de petróleo no Brasil.

05/05/10 22:03

Os três Estados brasileiros que concentram a produção petrolífera nacional não possuem um plano de ação para lidar com um acidente semelhante ao resultou no surgimento de uma enorme mancha negra de petróleo no Golfo do México, após a explosão de uma plataforma no litoral sul dos Estados Unidos. Praias, manguezais e áreas de reprodução de espécies marinhas brasileiras poderiam ser afetadas seriamente, trazendo prejuízos para a pesca e o turismo do país.

Sob o argumento de que a responsabilidade sobre esse problema é federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo não têm nem mesmo informações sobre qual seria a forma recomendada para proteger o litoral após um derramamento de petróleo em grandes proporções.

As secretarias de Meio Ambiente de São Paulo e Espírito Santo informaram não possuir planejamento para o caso de desastres no mar. Ambas afirmaram desconhecer os planos federais para uma tragédia como a ocorrida no Golfo do México, embora estejam preparadas para lidar com vazamentos em solo e áreas de licenciamento estadual.

Já o governo do Rio de Janeiro possui um plano de ação contra derramamento de petróleo no mar apenas para a baía de Guanabara, que é uma área de licenciamento estadual. Nesse caso, seriam usados equipamentos de contenção de manchas em parceria com as empresas que atuam na região, segundo a secretária de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Marilene Ramos.

Reconhecendo a falha e impressionada com o vazamento que começou há duas semanas no golfo do México, Marilene convidou o Ministério do Meio Ambiente e a Petrobras para discutir a criação de uma força-tarefa para atuar em desastres ambientais relacionados ao petróleo no mar.

– Eu fiquei muito preocupada ao imaginar se exatamente isso [vazamento de petróleo como o ocorrido nos Estados Unidos] acontecesse aqui. Teríamos que aguardar a ação do governo federal, não temos preparação, nenhum código do que tem que ser feito, quem acionar.

A reunião sobre o grupo de trabalho está marcada para esta sexta-feira no Rio de Janeiro, mas as secretarias do Espírito Santo e São Paulo não foram convidadas. Questionada sobre a conveniência da participação dos Estados vizinhos, a secretária fluminense disse que iria tentar chamá-los nesta quinta-feira (5) para o encontro. A prioridade, segundo ela, é a articulação com o governo federal.

Centro das atuações em caso de derramamento de petróleo no mar, o Ministério do Meio Ambiente recusou-se a informar qual é a estrutura que possui atualmente para responder a um desastre desse tipo.

Após marcar uma entrevista nesta quinta-feira para tratar do assunto, a Coordenadora de Emergências Ambientais do ministério, Mirian de Oliveira, informou ter sido orientada por superiores a não falar com a imprensa sobre o tema. Informações serão repassadas, segundo ela, apenas após a reunião desta sexta, no Rio de Janeiro.

Já a Petrobras, que concentra a maior parte da produção de petróleo do país, nem deu prazos. A assessoria de imprensa da empresa apenas informou que não iria se manifestar sobre qualquer assunto relacionado ao acidente no golfo do México, região onde também possui operações. O silêncio é extensivo ao fornecimento de informações sobre os planos de contingência para desastres no litoral brasileiro.

Situação polêmica
Para o pesquisador da Coppe (Coordenação de Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro) Moacyr Duarte, a empresa está preparada para prevenir desastres e a situação brasileira é melhor que a americana. Especialista em gerenciamento de riscos, ele cita como exemplo o acidente na plataforma P36, que afundou em março de 2001 a 130 km da costa do Rio de Janeiro depois de uma explosão em que morreram 11 funcionários.
- Foi um desastre na perda de vidas, mas não foi um desastre ambiental. A Petrobras é líder mundial de exploração em águas profundas. Cada empresa tem seus segredos tecnológicos, e a Petrobras tem os seus, que até hoje têm funcionado muito bem.
O jornal americano The Wall Street Journal publicou nesta semana que a falta de um equipamento para fechamento remoto de válvulas, comum em plataformas brasileiras, prejudicou a ação da BP (British Petroleum), operadora da plataforma que afundou na costa americana.
A sensação de segurança e eficiência não é compartilhada por representantes dos trabalhadores do setor petrolífero brasileiro. José Maria Rangel, coordenador geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, aponta condições precárias de trabalho como um fator de risco permanente.
- Temos efetivo reduzido, com acúmulo de atribuições, cansaço, estresse, o que aumenta o risco de acidentes. A condição física de algumas unidades também preocupa. Temos algumas extremamente antigas, já comprometidas, e a Petrobras coloca um flotel [hotel flutuante] ao lado da plataforma e faz a manutenção com outras pessoas, sem parar a produção.Briga por dinheiro.
Além da discussão sobre aspectos ambientais e operacionais, o desastre do golfo do México reacendeu a polêmica sobre a partilha dos royalties de petróleo no Brasil, a parte da receita que é partilhada entre Estados, municípios e o governo federal.

A secretária de Meio Ambiente do Rio de Janeiro disse que os efeitos do vazamento sobre a costa dos Estados americanos provam que os Estados produtores precisam receber mais royalties devido ao risco que enfrentam, ao contrário do estabelecido pela emenda Ibsen Pinheiro, aprovada neste ano pela Câmara dos Deputados. O projeto ainda precisa ser votado no Senado.

- Cinco por cento dos royalties vão para o Fecam [Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano], que entre suas atribuições tem os sistemas de emergências e planos de contingência.
Como o plano até hoje não existe, os recursos do fundo são utilizado para saneamento, um programa de eliminação de lixões, a rede de recuperação de bacias hidrográficas e a compra de carros e helicópteros para as equipes da secretaria. A ideia é que parte desse recurso seja, finalmente, utilizada para a proteção dos riscos relacionados diretamente à sua arrecadação.

por R7
http://www.alagoasemtemporeal.com.br/?pag=meio_ambiente&cod=1330

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Vazamento de petróleo nos EUA deixa Rio em alerta

Ter, 04 Mai, 03h18

A proporção a que chegou o vazamento no Golfo do México provocou o governo do Rio de Janeiro e o Ministério do Meio Ambiente a formarem um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. O grupo vai procurar saber da companhia de petróleo qual é o plano de ação no caso de um acidente como o dos Estados Unidos. A comissão é formada por integrantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, da Petrobras e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

"A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio de Janeiro uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em que circunstâncias nós operamos aqui e como está o nosso plano de contingência comparativamente ao que foi adotado nos Estados Unidos em termos de medidas e metas para evitar danos", afirmou a secretária de estado de Meio Ambiente, Marilene Ramos.

A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha, caso ocorra o vazamento, e posteriormente, como minimizar os danos à costa. "Os Estados Unidos, com o poderio econômico e tecnológico que têm, vão lançar mão do que há de melhor para essas três etapas. Precisamos conhecer essas tecnologias para que possamos melhorar e fazer um upgrade nos planos de contingência", explicou a secretária.

Um dos temores do governo do Estado é que, no caso de um vazamento, o óleo chegue à costa atingindo ecossistemas e a indústria do turismo. "Além de todo o impacto ambiental de atingir ecossistemas importantíssimos que temos na costa, como manguezais e restingas, temos a indústria turística na costa, que é importantíssima, e poderia estar ameaçada numa situação como esta. Precisamos investir mais em planos de contingência."

A primeira reunião do grupo será na sexta-feira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participará. Num primeiro momento, segundo a secretária, somente o Estado do Rio participará das reuniões. "O Rio concentra 80% da exploração, mas dependendo dos resultados, convidaremos outros Estados importantes em petróleo, como Espírito Santo e São Paulo".

Monitoramento
Em 2000 e 2001, acidentes no Rio e no Paraná atingiram áreas de preservação ambiental e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobras para conter o óleo. Após os acidentes, a Petrobras alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando novos centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento, de R$ 164 milhões, teve como objetivo ampliar o número de equipamentos e reduzir o tempo de resposta na contenção de vazamentos.
http://br.noticias.yahoo.com/s/04052010/25/manchetes-vazamento-petroleo-nos-eua-deixa.html

Lei nº 5.903 que cria a ARSMAC – Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Maceió.

05/05/10 08:15

A prestação de serviço de saneamento básico em Maceió conta, a partir de agora, com uma agência reguladora. O prefeito Cícero Almeida sancionou a lei nº 5.903 que cria a ARSMAC – Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Maceió.

A agência terá por objetivo fiscalizar todo tipo de prestação de serviço na área de saneamento básico na capital, como a coleta, transporte e destinação de resíduos sólidos; drenagem urbana e sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

Pela lei, a agência poderá regular os serviços oferecidos por empresas privadas ou públicas, além de empresas de economia mista, autarquias e consórcios de empresas. Entre as empresas que serão reguladas está a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal).

Ainda segundo a lei que criou a nova agência, as entidades reguladas devem fornecer à ARSMAC todos os dados e informações necessários para a fiscalização do serviço que prestam à população da capital.

Para otimizar ainda mais os trabalhos, a ARSMAC também poderá celebrar convênios nas áreas de meio ambiente, saúde pública, resíduos sólidos, drenagem urbana e recursos hídricos com outros órgãos ou entidades ligadas à área de saneamento básico.

A agência reguladora funcionará ligada diretamente ao gabinete do prefeito e terá um quadro de seis servidores na parte administrativa e de assessoria.

por Secom Maceió
http://www.alagoasemtemporeal.com.br/?pag=cidade&cod=12102
Related Posts with Thumbnails