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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Usina de Angra 3 ganha licença e começa a ser construída na terça

31/05/2010 21h10
Cnen concedeu nesta segunda-feira a licença final para a obra.
Previsão é que Angra 3 abasteça um terço do estado do Rio.
Bernardo Tabak Do G1 RJ
A usina nuclear Angra 3 é idêntica à Angra 2 (acima, ao centro), que têm um projeto diferente de Angra 1 (acima, à direita). (Divulgação: Eletronuclear)

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) concedeu nesta segunda-feira (31) a licença para a construção dos prédios e do reator da usina Angra 3, no município de Angra dos Reis, no litoral Sul do estado do Rio de Janeiro. A Eletronuclear anunciou que as obras já começam nesta terça-feira (1º).

A Cnen, que é o órgão regulatório do setor de energia nuclear, já tinha concedido uma licença em 2009, mas somente para a impermeabilização e preparação do local onde será erguida a usina, o que já foi feito. A licença ambiental também já tinha sido dada em 2009, mas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Angra 3 é uma usina “gêmea” de Angra 2Ao todo, foram gastos R$ 20 milhões para a elaboração da licença, o que representou uma economia de R$ 80 milhões. O motivo é simples: “Angra 3 vai ser uma usina ‘gêmea’ de Angra 2”, explicou o presidente da Cnen, Odair Dias Gonçalves. Com isso, já que os projetos são idênticos, não se gastou tanto quanto se gastaria com um estudo a partir do zero, que custaria R$ 100 milhões, de acordo com a Cnen.

Por conta dessa semelhança, grande parte do projeto de engenharia a ser utilizado na nova usina está pronto. Uma parcela considerável dos equipamentos importados já foi adquirida, principalmente os de grande porte.

De acordo com a Eletronucelar, Angra 3 vai gerar cerca de 10,9 milhões de megawatts por hora, por ano, o que é suficiente para suprir um terço do consumo de todo o estado do Rio. A previsão é de que Angra 3 esteja pronta até o fim de 2015. Vai ser necessário investir mais R$ 8,56 bilhões, sendo que 70% dos gastos serão realizados no mercado nacional e 30% no exterior.

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Petrobras garante ter sistema de segurança

Sexta-feira, 28 de maio de 2010 - 15h02
RIO DE JANEIRO - A Petrobras reagiu às declarações do professor Segen Estefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

Ele correlacionou a gravidade de acidentes com a profundidade da atividade exploratória e a Petrobras distribuiu nota à imprensa ressaltando “a robustez de suas plataformas e o elevado rigor técnico nos aspectos relacionados a equipamentos e à capacidade de seu pessoal”.
Segundo a estatal, todas as unidades marítimas de perfuração usadas são equipadas com sistemas de detecção, que podem prover o fechamento imediato e automático do poço, prevenindo seu descontrole.

“Há detectores de gás em diversos locais na plataforma, alarmes de aumento de pressão ou volumes no interior do poço e sistemas de preparação e injeção de fluidos para seu interior. Cumpre destacar que estes fluidos, sempre presentes na construção dos poços, são outras barreiras de segurança, além de equipamentos como o Bop – Blow Out Preventer”.

Na nota, a Petrobras considera “descabidas e tecnicamente insustentáveis” as declarações da Coppe.

“As palavras do prof. Estefen surpreendem ainda mais por carecerem de conteúdo técnico ao afirmar que ‘a profundidade está associada à taxa de falha do BOP que se mostrou insuficiente no caso da BP'".

A Petrobras reitera que “qualquer consideração de ordem técnica a respeito do acidente do Golfo do México só será revestida de um mínimo de seriedade após o conhecimento detalhado de suas causas, decorrentes do relatório que deverá ser apresentado futuramente”.

A empresa garante também que todo o pessoal que trabalha nas plataformas tem certificação acreditada pelo IADC – International Association of Drilling Contractors.

“O treinamento interno em segurança de poço existe desde 1971”.

A estatal também contesta a afirmação do professor Segen de que é preciso que a ANP atue de forma fiscalizatória e analítica quanto ao risco da exploração em águas profundas e ultraprofundas, principalmente na região do pré-sal da Bacia de Santos.

“É realizada análise de risco nos projetos de perfuração de poços marítimos e estes projetos seguem as normas internacionais de segurança de poço. Há planos de emergência para vazamentos de óleo em todas as bacias petrolíferas brasileiras, além de planos de emergência locais, específicos para cada unidade de perfuração e produção em operação”, garante a estatal.
A Petrobras informa que mantém 14 embarcações de grande porte destinadas ao atendimento exclusivo de emergências ambientais, às quais podem se somar outros recursos provenientes de sua frota de mais de 80 aeronaves e 200 embarcações, se necessário.

“A capacidade de resposta dos planos de emergência da Petrobras foi dimensionada considerando as hipóteses acidentais de pior caso, abrangendo todos os cenários onde ela opera e não somente os do pré-sal”, diz a nota da estatal.
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Google e Petrobras lançam mapa ecológico

Domingo, 30 de maio de 2010 - 11h29

Mapa tem informações sobre o ecossistema da região de extração Urucu
SÃO PAULO –
O Google, em conjunto com a Petrobras, lançou na web um mapa sobre a biodiversidade da floresta Amazônica.

O mapa mostra uma pequena parte do ecossistema da Amazônia. Pesquisadores, cientistas e estudantes podem, com poucos cliques, conhecer detalhes de cerca de 100 espécies nativas da floresta.

Entre as espécies apresentadas no mapa estão a goiaba de anta, a caroba, o breu, o pará-pará, e animais, como a piaba e o estalador-do-norte.

Os dados do mapa usam as informações do livro Biodiversidade da Província Petrolífera de Urucu. A obra, lançada em 2008, foi produzida por pesquisadores da estatal que estudaram o ecossistema no entorno da petrolífera de Urucu, encravada no meio da selva, em conjunto com outros centros de pesquisa.

A visualização, claro, é na forma georreferenciada, no webware Google Maps e no programa Google Earth. O site inclui ainda links com gravações em vídeos e fotos sobre as expedições realizadas pelos pesquisadores no YouTube, Flickr e Picasa.

* Com informações da Agência Brasil

http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/google-e-petrobras-lancam-mapa-ecologico-30052010-1.shl

Agatha deixa 100 mortos e milhares de desabrigados na América Central

30/maio/2010 - 10:45

GUATEMALA —
Pelo menos 100 mortos e milhares de desabrigados, a maioria na Guatemala: este é o registro até o momento da passagem pela América Central da tempestade tropical Agatha, que foi rebaixada para sistema de baixa pressão neste domingo, segundo dados preliminares fornecidos pelas autoridades.

Na Guatemala, pelo menos 82 pessoas perderam a vida e mais de 100.000 foram retiradas de suas casas. A maior parte das vítimas morreu em deslizamentos que enterraram casas em várias regiões do país, confirmou à AFP a Coordinadoria Nacional para a Redução de Desastres (Conred).

Apenas no departamento de Chimaltenango (55 km a oeste da capital) há 49 vítimas fatais, disse à AFP David de León, porta-voz da Conred.

Onze dos 22 departamentos do país foram atingidos, entre eles Chimaltenango e Sololá (oeste), Quiché (norte), Guatemala (centro), Escuintla e Retalhuleu (sul), Zacapá (leste) e Izabal (nordeste).

Milhares de casas foram danificadas por inundações e deslizamentos, disse o presidente Alvaro Colom, que ordenou a suspensão das aulas em todo o país a partir desta segunda-feira.

Colom, que visitou algumas áreas afetadas neste domingo, advertiu que o país "permanece em fase de emergência", já que há dezenas de municípios e aldeias sem comunicação por deslizamentos que obstruem as estradas.

Embora a tempestade "continue perdendo força gradualmente", "a degradação deste sistema continuará favorecendo a formação de nuvens, que podem ser mais carregadas, e chuvas na maior parte do país", advertiu Conred.

Em El Salvador foram registradas nove mortes causadas pelo fenômeno climático, o que levou o presidente Mauricio Funes a decretar neste domingo alerta vermelho em todo o território.
O presidente salvadorenho advertiu que a situação atravessada pelo país é "crítica" e alertou que, apesar de a tempestade começar a perder intensidade, "o risco" de deslizamentos e inundações de rios "é muito alto".

Em Honduras o balanço é de 10 mortos e milhares de desabrigados, além de prejuízos milionários. As autoridades decretaram alerta vermelho em cinco dos 18 departamentos do país, entre eles Tegucigalpa.

Apenas na Guatemala, o índice pluviométrico médio no sábado chegou aos 168 milímetros, mas as chuvas mais fortes foram registradas em Ciudad Pedro de Alvarado, na fronteira com El Salvador (leste), onde o nível chegou a 430 milímetros.

Colom informou que aeronaves americanas da base militar de Palmerola (Honduras) ajudarão o governo gutemalteco e que também são esperadas ajudas de Colômbia e México na assistência aos desabrigados.

O México autorizou a Guatemala a utilizar o aeroporto da cidade fronteiriça de Tapachula (sul) para atender à emergência gerada pela catástrofe, informou neste domingo a Presidência mexicana.

Além disso, o aeroporto internacional La Aurora, na Cidade da Guatemala, permanecerá fechado pelos próximos cinco dias devido à grande quantidade de cinzas que caiu sobre sua pista após a erupção do vulcão Pacaya na quinta-feira à noite, disse à AFP o titular da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Ronaldo Robles.

Para enfrentar estas duas emergências, Colom anunciou que o país assinará um contrato de empréstimo de 85 milhões de dólares com o Banco Mundial.

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jP4KcjCJFqiMGq9zDeEZGEYGmk5A

Vazamento de óleo pode durar até agosto, admitem EUA

31 de maio de 2010 9h 42
AE - Agência Estado

A operação denominada "top kill" para conter o vazamento de petróleo no Golfo do México fracassou e autoridades norte-americanas já admitem que o óleo continuará fluindo do fundo do oceano pelo menos até agosto. O governo acrescenta estar "preparado para o pior", no que já é considerado o maior desastre ecológico da história dos Estados Unidos.
A crise atinge diretamente o presidente dos EUA, Barack Obama, que vem sendo acusado de lentidão e mau gerenciamento do processo para eliminar o vazamento. Um parlamentar da oposição já classificou como crime o incidente e a popularidade do líder dos EUA começou a cair.
No início, apenas republicanos comparavam o vazamento ao Katrina. Ontem, até articulistas do "New York Times", próximo do Partido Democrata, diziam que o episódio será para Obama o equivalente do que foi para seu antecessor, George W. Bush, o furacão que arrasou New Orleans em 2005. Comunidades na costa de Estados pobres, como Lousiana, foram afetadas.

Uma medida de curto e outra de longo prazo começaram a ser implementadas ontem pela British Petroleum (BP), responsável pelo poço, depois de o procedimento de injetar lama no vazamento ter fracassado. A ação imediata visa a colocar uma capa de contenção sobre o vazamento e, por meio de mangueiras gigantes, levar o petróleo para superfície, onde seria recolhido.

No entanto, a BP já tentou utilizar a capa logo após a explosão da plataforma que causou o vazamento e provocou a morte de 11 pessoas em 20 de abril. Segundo a empresa, desta vez pode ser diferente, pois eles teriam corrigido alguns erros que provocaram o fracasso na primeira tentativa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,vazamento-de-oleo-pode-durar-ate-agosto-admitem-eua,559385,0.htm
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