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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

CASAL recupera Emissário Submarino de Maceió

ter, 27/07/2010 - 17:18 — ascom.casal01

Estrutura recebe material de alta resistência para aumentar a proteção

O Emissário Submarino de Maceió está recebendo um conjunto de obras que vai proporcionar melhorias na utilização e no funcionamento dos equipamentos e da estrutura física da unidade. Os serviços vão desde pintura até recuperação das tubulações aérea e submersa, que estão recebendo material de alta resistência para aumentar a proteção contra a corrosão.

Nas obras, que começaram em maio e devem ser concluídas em outubro, a Casal está investindo R$ 300 mil, conforme informou o gerente de Esgotos Antônio Santana. Ele disse que a área que está sendo recuperada é de 2.270m², incluindo 600m de tubulação totalmente em aço com diâmetro de 1.200mm.

Santana informou, ainda, que as tubulações externas do emissário passam por revisão a cada seis anos, a fim de atender as normas técnicas exigidas para esse tipo de construção. A Casal vem, periodicamente, realizando serviços de manutenção, tanto nas partes aérea e submersa quanto na estrutura e nos equipamentos de coleta e tratamento dos efluentes.

O emissário foi construído para receber, tratar e dar destino final aos esgotos da cidade de Maceió. Tem capacidade para atender 100% da população, ou seja, 1 milhão de habitantes. Atualmente, trabalha com 30% da sua capacidade, porque a cidade ainda não é totalmente saneada. O esgotamento sanitário atinge a pouco mais de 30% da população. Com as obras do PAC, esse índice deve subir para 40%.

Lixo hospitalar gera multa em Brasília

11/08/2010 10:35
Cerca de mil seringas usadas, agulhas e amostras de sangue de animais foram encontradas

A Agência de Fiscalização do DF (Agefis) aplicou, nesta terça-feira (10), multa de R$ 15 mil à clínica veterinária do Jardim Botânico, no Lago Sul, que descartou lixo hospitalar de forma irregular.
Cerca de mil seringas usadas, agulhas e amostras de sangue de animais foram encontradas ontem na quadra 300 do Sudoeste, a 18 quilômetros de distância da clínica. O material foi deixado dentro de um contêiner de lixo comum.
A identificação da empresa responsável foi possível a partir de rótulos com o nome da clínica presentes em tubos de ensaio e ampolas misturados ao lixo. Os proprietários não confirmam o descarte irregular e podem recorrer da autuação.
Lixo hospitalar descartado de forma irregular representa risco de contaminação à população, aos garis e aos recicladores de lixo.
A legislação regulamenta o descarte de resíduos hospitalares e de clínicas, incluindo as veterinárias. O material deve ser recolhido por empresa especializada e, ao final, deve ser incinerado.

Da Agência Brasília

Lixo nuclear pode acabar em alguma área do Nordeste

11/08/2010 10:53
Antes do início das obras de um depósito de longa duração, a usina nuclear de Angra 3 não poderá entrar em operação.
Uma área longe dos centros urbanos, isolada, no Nordeste. Esse é o provável destino do lixo de alta atividade radioativa produzido no País, o rejeito do combustível usado nas usinas nucleares, prevê o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende.

Atualmente, os rejeitos das usinas são guardados em piscinões instalados nas próprias usinas.

Mas a construção de um depósito de longo prazo para os rejeitos de alta radioatividade deverá começar até 2014, data prevista para a entrada em operação da usina nuclear de Angra 3, no Estado do Rio de Janeiro.

A construção desse depósito é uma das exigências da licença ambiental concedida para a retomada das obras de Angra 3. Sem o início das obras, a usina não poderá entrar em operação. Segundo Sérgio Rezende, a localização do depósito será objeto de um leilão. O município que abrigar o futuro depósito receberá dinheiro em formato de royalties da União.

"Não vejo dificuldade, acho que haverá vários municípios disponíveis, provavelmente no Nordeste", disse o ministro.

A localização do depósito é uma das indefinições do Programa Nuclear Brasileiro. Também segue sem definição do governo a localização das duas próximas usinas nucleares, cuja entrada em operação é prevista para ocorrer até 2022. Estudos da Eletronuclear apontam 22 locais no Nordeste, inclusive às margens do Rio São Francisco.

As indefinições do programa vêm se arrastando desde dezembro de 2008, quando ocorreu a última reunião sobre o tema em comitê de ministros.

Em maio de 2009, o Ministério de Ciência e Tecnologia fechou proposta de criar a Agência Reguladora Nuclear, encarregada de fiscalizar a área, tarefa atualmente à cargo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). No entanto, o texto ainda não foi enviado ao Congresso Nacional.

Também circula no governo minuta de decreto presidencial que nomeia o secretário de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, coordenador do comitê de ministros responsável pelo programa nuclear.

Do Estadão

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Maceió decreta situação de emergência em lagoas

04/08/2010 - 18:46
Por Ricardo Rodrigues
Maceió - A poluição provocada pelas águas das chuvas que atingiram Alagoas nos meses de junho e julho levou a Prefeitura de Maceió a decretar situação de emergência no complexo de lagoas Mundaú e Manguaba. O texto do decreto foi publicado hoje no Diário Oficial do município e tem validade de 90 dias. Segundo a prefeitura, o objetivo do decreto é conseguir recursos federais para realizar obras de desassoreamento das lagoas, que banham pelo menos seis municípios da região metropolitana.
Além de Maceió, as duas lagoas margeiam os municípios de Marechal Deodoro, Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte, Satuba e Pilar. O principal dano causado pelas enchentes e apontado do texto do decreto é a aceleração do processo de assoreamento das duas lagoas. "Com isso, houve o recobrimento dos bancos reprodutores do sururu, dificultando a pesca e refletindo na sobrevivência de cerca de cinco mil famílias. Também houve reflexos na atividade turística da região", explica o decreto.
Para o presidente do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), Adriano Augusto, do ponto de vista social, o maior prejuízo causado foi a destruição do sururu, que é principal molusco das lagoas. "A pesca de sururu foi completamente dizimada por conta das enchentes. O ambiente para desenvolvimento do sururu precisa de água salobra e lama. Nós temos o complexo complemente dessalinizado, e a parte onde era lama está coberta de areia", explicou.
Pecadores, marisqueiras e catadores de sururu da Colônia de Pescadores da Orla Lagunar reivindicam uma ajuda de custo e cestas básicas para ajudar no sustento das famílias que dependem das lagoas. Os prefeitos de Maceió, Marechal Deodoro, Coqueiro Seco e Santa Luzia do Norte se reuniram no início da semana para discutir o assunto. Eles disseram que dependem da ajuda do governo federal para enfrentar o problema e que vão precisar de pelo menos R$ 25 milhões para as primeiras obras de recuperação das lagoas.
O prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PP), disse que além de diminuir os riscos de enchentes nas cidades e nos bairros da capital próximos às lagoas, o desassoreamento também deve ajudar nos projetos de saneamento básico da região do complexo lagunar.

Embarcação vai recolher lixo flutuante na baía de Guanabara

Barco foi comprado com dinheiro de devolução de imposto
10/08/2010 08:43

Com o objetivo de recolher o lixo flutuante da baía de Guanabara, a concessionária Águas de Niterói, em parceria com o Ministério Público do Rio de Janeiro, lança, nesta terça-feira (10), o Projeto Águas Limpas, com o apoio do Projeto Grael (www.projetograel.org.br) e da Clin (Companhia de Limpeza de Niterói).

A limpeza, o estudo e o monitoramento do lixo flutuante na baía serão realizados através da operacionalização de uma embarcação automatizada (Cataglop Light), adquirida pela concessionária Águas de Niterói com apoio do Ministério Público, por meio da Promotoria de Defesa do Consumidor e da Promotoria do Meio Ambiente. A verba destinada a este projeto, pela concessionária de água e esgoto do município, vem do Termo de Ajustamento de Conduta elaborado por meio de um inquérito referente à parcela não reclamada da devolução do ICMS aos consumidores.

A embarcação, feita de alumínio, possui uma caçamba basculante que realiza um peneiramento das camadas superficiais da baía. Os resíduos sólidos são armazenados em um contêiner com capacidade para 500 kg. Já o óleo flutuante são depositados em uma caixa separadora, com capacidade para mil litros. Paralelo ao processo de remoção do lixo ocorrerá o monitoramento ambiental da região, promovido pelo Projeto Grael, para avaliar os resultados da operação.

Com a realização deste projeto, os envolvidos buscam a revitalização das praias da região, que são evitadas pelos banhistas mesmo estando em condições adequadas para banho.

Inicialmente, a embarcação vai operar entre a ilha de Boa Viagem e o morro do Morcego, englobando as enseadas de Jurujuba, São Francisco e Icaraí. Mas já existem planos para a utilização nas lagoas de Itaipu e Piratininga, na região oceânica.

Do R7

http://www.gestaoderesiduos.com.br/materias.php?id=590

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Porto e empresas de Maceió são autuados por acidente ambiental

23h30, 07 de agosto de 2010
Substância causa danos à saúde ambiental

O Porto de Maceió, a empresa Usifértil e a Transportadora Agembras (Agência Marítima Brasileira) foram autuados nesta sexta-feira pela Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma) pelo derramamento de enxofre nas ruas de Maceió, que deixou rastros desde o cais, em Jaraguá, até a sede da indústria de fertilizantes, no Tabuleiro do Martins. De acordo com o secretário da Sempma, Ricardo Ramalho, o acidente é grave, pois a substância em grande concentração pode causar danos à saúde ambiental.

A maior quantidade de enxofre derramada está localizada na área interna do Porto, mas nas avenidas da cidade – a exemplo da Pedro Paulino (próximo ao Senac) - também é possível perceber o pó amarelo, que exala odor e pode causar dor de cabeça, náusea, problemas respiratórios e alérgicos.

“Se não for removido, ele pode aumentar os teores de enxofre nos cursos d’água, e isso altera todo ecossistema, a biota”, explica Ramalho, lembrando que a substância chegará às galerias pluviais por meio das chuvas. Fiscais da Sempma também verificam a possibilidade de o enxofre ter caído no mar, durante o transporte para os caminhões.

Segundo a Sempma, ainda não é possível informar a quantidade derramada da carga, mas a Usifértil informa que foram adquiridas 3.299 toneladas do produto. Um caminhão, placa MUA 9419, foi interditado por estar fora dos padrões. Os envolvidos serão enquadrados no Código Municipal de Meio Ambiente, Lei 4.548, artigos 166 e 178 (inciso 3) e podem ser multados, a depender dos atenuantes e agravantes, em até 1000 UFRM’s (Unidade Fiscal de Referência do Município), que correspondem a mais de R$ 37 mil. Assim, a empresa foi notificada para iniciar a remoção dos resíduos imediatamente, para diminuir os impactos negativos do acidente.

Apesar de o Porto ser um órgão federal, sua fiscalização é de competência tanto nacional, quanto estadual ou municipal. Portanto, a Sempma tem plenos poderes para exercer e aplicar a legislação ambiental do Município.

Fonte: Secom/Maceió

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O que muda com a nova lei do lixo?

Lixão agora é crime federal.

Saiba como a recém-aprovada Política Nacional de Resíduos Sólidos vai mudar a rotina das pessoas, empresas e governos. Lançar resíduos perigosos na natureza pode dar cadeia. Haverá mais incentivos para a reciclagem e para o aproveitamento energético do lixo.
Veja a reportagem abaixo:
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