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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FNMC ou Fundo Clima

O presidente Lula assinou, nesta terça-feira (26/10), o decreto que regulamenta o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC ou Fundo Clima), o primeiro no mundo a utilizar recursos oriundos da participação especial dos lucros da cadeia produtiva do petróleo para financiar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e seus efeitos.
A partir de agora, o Comitê Gestor do Fundo - instituído pelo decreto e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, composto por representantes governamentais, comunidade científica, empresários, trabalhadores e organizações não governamentais - terá condições de administrar, acompanhar e avaliar a aplicação dos recursos em projetos, estudos e empreendimentos de mitigação e adaptação da mudança do clima e seus efeitos. "O Ministério do Meio Ambiente está consciente do papel estratégico que esse Fundo desempenhará na promoção do modelo de desenvolvimento sustentável de baixo carbono que consolidará o Brasil numa grande potência do século 21", enfatizou o ministro interino do Meio Ambiente, José Machado, durante a cerimônia.
O Fundo Clima deverá apoiar atividades voltadas para o combate à desertificação, à adaptação à mudança do clima, ações de educação e capacitação, projetos de REDD+, desenvolvimento de inclusão de tecnologias, formulação de políticas públicas, apoio a cadeias produtivas sustentáveis, pagamento por serviços ambientais, entre outras atividades.Para 2011, o Comitê dispõe de um orçamento de R$226 milhões, sendo R$ 200 milhões reembolsáveis para empréstimos e financiamentos voltados para a área produtiva, cujo agente financeiro será o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Os outros R$ 26 milhões serão administrados pelo MMA para investimentos em projetos de pesquisa, mobilização e avaliações de impacto das mudanças do clima, podendo ser repassados para estados e municípios por meio de convênios e termos de cooperação.
Mensagem enviada por e-mail
De: marcelo ribeiro marceloribeiro_6@hotmail.com
Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010 10:15:43

A3P - Agenda Ambiental na Administração Pública

A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é uma ação voluntária proposta pelo MMA e tem sido implementada por diversos órgãos e instituições públicas das três esferas de governo e no âmbito dos três poderes. Iniciada em 1999, a A3P tem como objetivo estimular os gestores públicos a incorporar princípios e critérios de gestão ambiental em suas atividades rotineiras, levando à economia de recursos naturais e à redução de gastos institucionais por meio do uso racional dos bens públicos e da gestão adequada dos resíduos.

A Agenda Ambiental na Administração Pública, sendo reconhecida pela relevância do trabalho e dos resultados positivos que obteve ao longo do seu desenvolvimento, foi consagrada, em 2002, com o prêmio Unesco "O melhor dos exemplos", na categoria Meio Ambiente.

Diante da sua importância, a A3P foi incluída no PPA 2004/2007 como ação, no âmbito do programa de educação ambiental. Essa medida garantiu recursos para que a A3P possa ser efetivamente implantada e tornar-se um novo referencial de sustentabilidade socioambiental das atividades públicas.

A partir de 2007, com a reestruturação do Ministério do Meio Ambiente, a A3P passou a integrar o Departamento de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental (DCRS), da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC). Nesse novo arranjo institucional a A3P foi fortalecida enquanto Agenda de Responsabilidade Socioambiental do governo e passou a ser uma das principais ações para proposição e estabelecimento de um novo padrão de responsabilidade nas atividades econômicas na gestão pública.

Portarias Institucionais

Portaria Nº 217 de 30 de julho de 2008 - Institui o Comitê de Implementação da A3P no Ministério do Meio Ambiente
Portaria No. 61 de 15 de maio de 2008 - Estabelece práticas de sustentabilidade ambiental nas compras públicas

Como participar?

http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=36&idConteudo=7514&idMenu=7683

Gestão Adequada de Resíduos

Pode-se dizer que as preocupações com a coleta, o tratamento e a destinação dos resíduos sólidos representa, porém, apenas uma parte do problema ambiental. Vale lembrar que a geração de resíduos é precedida por uma outra ação impactante sobre o meio ambiente - a extração de recursos naturais.
A política dos 3 R´s deve priorizar a redução do consumo e o reaproveitamento dos materiais em relação à sua própria reciclagem.
Os dois primeiros R´s (reduzir e reutilizar) fazem parte de um processo educativo que tem por objetivo uma mudança de hábitos no cotidiano dos cidadãos. A questão-chave é levar o cidadão a repensar seus valores e práticas, reduzindo o consumo exagerado e o desperdício.
O terceiro R (reciclagem) é colocado em prática pelas indústrias que substituem parte da matéria-prima por sucata (produtos já utilizados), seja de papel, vidro, plástico ou metal, entre outros. Ainda é preciso que se amplie o mercado para produtos advindos deste processo. " Segregar sem mercado é enterrar separado" (IPT & CEMPRE, 1995).
Com a valorização da reciclagem, as empresas vem inserindo, nos produtos e em suas embalagens, símbolos padronizados que indicam a composição dos materiais. Esse tipo de rotulagem ambiental tem, também, por objetivo facilitar a identificação e separação dos materiais, encaminhando-os para a reciclagem.
As vantagens dessas práticas estão na redução do (a):
  1. Extração de recursos naturais;
  2. Redução dos resíduos nos aterros e o aumento da sua vida útil;
  3. Redução dos gastos do poder público com o tratamento do lixo;
  4. Redução do uso de energia nas indústrias e intensificação da economia local (sucateiros, catadores, etc.).

Implementação do Decreto nº 5940, de 25/10/06

Atualmente, a maior parte dos órgãos públicos que já implementam ações da A3P estão se inserindo no projeto "Coleta Seletiva Solidária", conforme o Decreto nº 5940, de 25 de outubro de 2006, que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, constituindo-se em exemplo na busca da inclusão social de expressivo contingente de cidadãos brasileiros.

O referido Decreto prevê a constituição de uma Comissão para a Coleta Seletiva, no âmbito de cada órgão, cujo o objetivo é de implantar e supervisionar a separação dos resíduos e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores. Assim como é também de sua responsabilidade apresentar, semestralmente, ao Comitê Interministerial da Inclusão Social de Catadores de Lixo, avaliação do processo de separação e destinação às associações e cooperativas dos catadores.

Além de terem um importante papel na economia, os catadores de materiais recicláveis configuram-se como agentes de transformação ambiental e sua ação minimiza o quantitativo de lixo a ser coletado e destinado pelas municipalidades, ampliando a vida útil dos aterros sanitários. Esses trabalhadores são, ao mesmo tempo, geradores de bens e de serviços, impulsionando o setor econômico da reciclagem.

Cenários

Matéria Orgânica:

Aterro Sanitário Energético- ocorre a decomposição anaeróbia da matéria orgânica, gerando o gás metano (gás combustível), gás carbônico e chorume, os quais constituem os maiores responsáveis por impactos negativos em aterros.

Compostagem- é a reciclagem da matéria orgânica por decomposição aeróbia ou anaeróbia.

Compostagem Aeróbia- técnica de tratamento que gera quantidade significativa de matéria orgânica estabilizada (adubo orgânico), sendo importante para a estruturação do solo (corretivo orgânico).

Pode-se incentivar a compostagem doméstica, especialmente em cidades de pequeno e médio porte, tendo a vantagem de redução da geração de lixo, diminuindo custos de transporte e destinação, bem como da produção de adubo.

Compostagem Anaeróbia - técnica de tratamento em que o principal produto gerado é o gás metano, usado como combustível. Esta técnica exige investimento considerável de instalação e manutenção, sendo a operação mais complexa do que no processo aeróbio.

Assim sendo, uma política que vise o tratamento adequado para a fração orgânica é de extrema importância. Deve-se pensar em estratégias diferentes para cidades de diferentes portes:

a) Cidades de grande porte: aterro com recuperação energética; compostagem com os resíduos geradores de matéria orgânica, sendo necessário que a matéria orgânica seja coletada separadamente para evitar contaminação por poluentes inorgânicos (metais pesados);

b) Cidades de pequeno e médio porte: compostagem aeróbia e anaeróbia dependendo da região. Nos casos de escassez de energia, recomenda-se investir na geração de metano. O incentivo a compostagem doméstica é também importante. Avaliar a possibilidade de consórcio.

Resíduos de Plástico, Papel, Papelão, Papel Metalizado, Vidro e Metal:

Este grupo é responsável por aproximadamente 40% dos resíduos gerados em domicílios, sendo na sua maioria resíduos de embalagens.

Em meados de 1997, o setor de embalagens de garrafas PET e de latas de alumínio em conjunto com as grandes redes de supermercados, os quais não queriam reservar espaços para os vasilhames, decidiram qual o tipo de embalagem para bebidas engarrafadas, sem considerar os impactos ambientais negativos deste procedimento (geração de lixo, consumo energético, etc.).

Vidros e Metais

Os materiais de vidro e metal podem ser reciclados muitas vezes sem perderem suas propriedades físico-químicas. A garrafa de vidro pode ser retornada no processo cerca de 30 vezes, passando apenas por um processo de limpeza. Já no caso do alumínio, sua embalagem somente pode ser usada uma vez, tendo que ser fundida para fazer um nova embalagem.

Papel e Papelão

As fibras que constituem o papel e o papelão perdem suas características físico- químicas durante os vários processos de reciclagem, ou seja, chega um momento em que a qualidade desse material não é mais adequada para a reciclagem, sendo necessário incentivar a redução de sua geração e consumo. Quanto ao papelão, deve-se incentivar que as embalagens sejam devolvidas aos fabricantes, por meio da responsabilidade compartilhada.

Plásticos

Os plásticos são compostos por moléculas orgânicas poliméricas, unidades de matéria muito longas nas quais uma pequena unidade estrutural repete-se inúmeras vezes. O polímero orgânico mais simples é o polietileno.

Dependendo da forma exata em que tem lugar a polimerização, é formado o polietileno de baixa densidade (LDPE), o plástico designado para efeitos de reciclagem com o número 4, ou o polietileno de alta densidade (HDPE), designado com o número 2.

Se um dos átomos ligados a cada segundo átomo de carbono de cada cadeia é o cloro - Cl, em lugar de hidrogênio, o polímero obtido é o PVC poli (cloreto de vinila), que usa como símbolo de reciclagem o número 3.

Se o substituto é um grupo de metila, em vez de cloro, temos o polipropileno (símbolo de reciclagem 5) e, se é um anel de benzeno, obtemos o poliestireno (símbolo 6).

O outro plástico comumente reciclado (símbolo 1), é o PET - poli (etileno tereftalato).

As matérias-primas a partir das quais são fabricados os plásticos são obtidas do petróleo cru (exceto o cloro do PVC) Pode-se dividir os plásticos em três grupos:

1) os que deveriam ser gradualmente banidos (embalagens de PVC para alimentos);

2) os que no médio e longo prazo devem ser reduzidos por apresentarem características tóxicas - PET e poliestireno (copos descartáveis);

3) e os que apresentam características pouco tóxicas como o polietileno e o polipropileno

Algumas características dos plásticos formados por todos esses polímeros que os tornam atrativos para a maioria dos usos a que estão associados, incluindo embalagens, são a sua força e resistência, durabilidade e longa vida, baixo peso, excelente barreira contra água e gases, resistência à maioria dos agentes químicos, excelente processabilidade e baixo custo.

Tais propriedades, no entanto, são também um grande problema ao final da vida útil desses produtos, especialmente o uso único em produtos como sacolas e embalagens. A sua inércia inerente permite que persistam no ambiente e o seu baixo custo fazem com que sejam altamente descartáveis.

Alguns países, como a Suécia e a Alemanha, tornaram os fabricantes legalmente responsáveis pela coleta e reciclagem das embalagens usadas em seus produtos. Pode-se dizer que se o impacto ambiental fosse incluído na determinação do custo dos materiais virgens, o plástico reciclado seria a alternativa mais barata. Além disso, a combustão de alguns plásticos, sobretudo o PVC, produz dioxinas e furanos e emite cloreto de hidrogênio gasoso.

Existem quatro formas básicas de reciclar plástico:

reprocessamento por refusão ou remoldagem, onde os plásticos são lavados, fragmentados e triturados, de forma que, uma vez limpos, podem ser fabricados novos produtos a partir deles;
despolimerização até seus componentes monoméricos mediante processos químicos ou térmicos, de forma que possam ser polimerizados novamente;
transformação em uma substância de baixa qualidade a partir da qual possam ser feitos outros materiais;
queima para obtenção de energia ( reciclagem de energia ).

Entre os exemplos da opção de reprocessamento, incluem-se a produção de fibras de carpete a partir de PET reciclado, itens como canecas de plástico e sacolas a partir de HDPE reciclado, e estojos de CD`s e acessórios de escritório, a partir de poliestireno reciclado, entre outros.

Dentre os exemplos de opções de transformação para reciclagem de plásticos, estão:

Processos de redução, como a produção de combustível sintético. Por exemplo, tem sido proposta a pirólise de plásticos de polietileno para gerar monômeros que podem ser convertidos em lubrificantes;

Processos de oxidação com o objetivo de produzir gás de síntese. Não importa quantas vezes se pode reutilizar os plásticos tradicionais. Isto não leva ao seu desaparecimento. A maior parte (mais de 80%) dos plásticos pós-consumo no Brasil vai acabar depositada nos aterros sanitários, nos lixões, nas ruas, parques, lagos, rios, mares, ou seja, no meio ambiente, se acumulando nestes locais por décadas antes que comecem a se degradar.

Considerações sobre a Reciclagem

Os materiais de pós-consumo mais comumente coletados para reciclagem são o papel, alumínio, aço e vidro. Os custos de mão-de-obra, energia e poluição associado à coleta, à seleção e ao transporte dos materiais para as instalações onde podem ser reutilizados devem ser considerados em qualquer análise.

Além disso, a demanda de materiais reciclados dessas categorias ao longo do tempo tem se mostrado inconsistente, apresentando preços oscilantes, em resposta às mudanças nas condições de suprimento e em função da demanda.

Assim sendo, a reciclagem de papel, vidro e plásticos necessita ser justificada com base em fatores não-econômicos e não-energéticos, incluindo por exemplo a redução dos espaços dedicados aos aterros.

Por essas razões, e inúmeras outras, a redução no consumo deve ter prioridade sobre a reutilização e a reciclagem de materiais.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mineralograma nas Fezes

Exame de mineralograma na urina e nas fezes refletem os níveis de metais pesados depositados nos tecidos do corpo, mas o exame fica mais correto depois de tomar um agente quelador que ajuda extrair o metal. Esses exames são importantes para avaliar a eficiência do tratamento de quelação, já que o exame mede a quantidade de metal excretado do corpo e dos tecidos. Os elementos do exame de urina e de fezes não são recomendados a menos que se use um agente quelador.
Metais pesados podem muitas vezes ter efeitos combinados, uma vez se expondo a vários metais pesados a níveis baixos, pode existir os mesmos efeitos que a exposição de nível alto a um metal pesado específico.
Metais pesados são elevados em crianças e adultos com autismo e TID, incluindo Urânio, Mercúrio, Cadmio, Arsênico, chumbo, alumínio, a antimônio.
Cabelo é a amostra mais fácil de se coletar, e é considerado o melhor tipo de amostra para esse tipo de exame. Metais pesados tais como mercúrio pode se encontrar até 250 vezes mais alto no cabelo que no sangue.
O uso de exames de metais pesados é contraverso.
Tratamento com quelação o agenta DMSA tem sido considerado o tratamento mais efetivo para metais pesados de alta toxidade, apesar de alguns médicos preferirem DMPS. Medidas de metais na urina após quelação é a melhor maneira de determinar se os metais foram realmente removidos do corpo.
Recomenda-se, para comprovar os resultados elevados detectados no exame inicial de metais de cabelo, ou para avaliar a eficácia da eliminação de metais, já que o produto quelante se adere aos metais pesados depositados no corpo e os elimina com a urina ou fezes.

Quem pede esses exames:
Nutrólogos
Médicos Ortomoleculares
Medicine Estéticas
Neurologista
Pediatras

O Que analisa esse Mineralograma?
Minerais: Cálcio, magnésio, sódio, zinco, potassio, cobre, selênio, cromo, manganês, molibdeno, boro, iodo, litio, estrôncio, sódio, bário, zircônio, cobalto, tungsteno, fósforo, silicone, ferro, vanadio, enxofre. Tóxicos: alumínio, antimônio, arsênico, berilio, bismuto, chumbo, mercúrio, prata, talio, toro, urânio, níquel, estanho, cadmio.

Opções de Tratamento
Se o resultado do exame reveler excesso de metais pesados, é necessário a eliminação da fonte de contaminação o mais rápido possível e considerar fazer tratamento de quelação com a ajuda de um profissional qualificado. Se a deficiência de mineral for encontrado, é necessário fazer suplementação.
Benefícios do Mineralograma

Determinar a fonte principal ou contribuinte que causa a desordem.
Quelação (eliminação de metais pesados do corpo), assim também como suplementar com minerais importantes, traz melhorias importantes na condição de pessoas afetadas por desordens crônicas, autismo, e desordens do desenvolvimento, de acordo com pesquisas recentes. Metais pesados podem afetar a absorção normal de vitaminas e minerais, assim também como o funcionamento do sistema imuológico, do sistema metabólico. Nós oferecemos esse exame para médicos e pacientes. Se você é um médico e já faz esse exame em outro laboratório, nos contate e veja os nossos preços imbatíveis, com qualidade superior.

Petróleo é descoberto no NE

28 de outubro de 2010
A Petrobras informou ontem que a perfuração do primeiro poço em águas ultraprofundas da bacia de Sergipe-Alagoas identificou petróleo de qualidade semelhante à das águas profundas da bacia de Campos. De acordo com a companhia, trata-se de uma nova fronteira exploratória.
O poço, conhecido como Barra, fica no bloco SEALM-426, Nordeste da sub-bacia de Sergipe, em profundidade de água de 2.341 metros, a 58 quilômetros da costa de Sergipe.
“As informações até agora obtidas são suficientes para atestar a descoberta de uma nova província petrolífera na bacia de Sergipe-Alagoas. Após o término da perfuração, o consórcio formado pela Petrobras (60%) e IBV-Brasil (40%), para a exploração da concessão, dará continuidade às atividades e aos investimentos, por meio da perfuração de outros poços e da elaboração de Plano de Avaliação de Descoberta a ser definido”, diz o comunicado da empresa estatal.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Alagoas - Diretoria de Unidades de Conservação intensifica monitoramento de reserva em Roteiro

Ocupação desordenada de área de proteção preocupa técnicos do Instituto do Meio Ambiente

Flávia Batista

Construções irregulares foram encontradas em vários pontos da reserva

A ocupação desordenada é um dos maiores problemas no povoado da Palatéia, situada na Reserva Ecológica (Resec) de Roteiro. A questão foi observada por técnicos da Diretoria de Unidades de Conservação (Diruc) do Instituto do Meio Ambiente (IMA), durante as ações de monitoramento e fiscalização que têm ocorrido desde o início do mês.

Na última quinta-feira (21), técnicos da Diruc voltaram à Palateia, onde presenciaram a construção irregular de pequenas casas. “O problema é que a comunidade não tem consciência de que está dentro de uma área protegida ambientalmente”, explicou Alex Nazário, diretor de Unidades de Conservação. Por conta disso, afirmou o diretor, o trabalho dos técnicos é, sobretudo de orientação. “É uma ação com foco na educação ambiental. Conversamos, orientamos, explicamos os motivos e que a subsistência deles está diretamente ligada à preservação do ecossistema”, contou.

Além das construções dos casebres ao longo do povoado, pequenas áreas de desmatamento de mangue foram observadas. “São áreas pequenas, mas que merecem a nossa atenção. Por isso que o contato com as comunidades é tão importante”.

A Resec do Roteiro está situada entre os municípios de Barra de São Miguel e Roteiro e tem 760 hectares. É a maior área contínua de mangue de Alagoas.

http://www.ima.al.gov.br/noticias/diretoria-de-unidades-de-conservacao-intensifica-monitoramento-de-reserva-em-roteiro/view

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Maceió - Local para o lixo da Construção Civil

A Companhia de Empreendimentos, Intermediação e Parcerias de Alagoas - CEPAL, por meio do Departamento de Compras, avisa a EMPRESAS DO RAMO DE CONSTRUÇÃO CIVIL, que a partir do dia 22/10/2010 estará fazendo cotação de:

CONSTRUÇÃO DE LOCAL PARA ACONDICIONAMENTO DE LIXO RECICLÁVEL E NÃO RECICLÁVEL.

Maiores informações sobre a cotação encontram-se a disposição na CEPAL.
As propostas de preços deverão ser enviadas através de e-mail, deptocompras@cepal-al.com.br, por fax (082) 3315 8316 ou entregue ao Departamento de Compras, na sede da CEPAL situada à Av. Fernandes Lima S/N, Farol – Maceió – Alagoas CEP: 57.052.000 – das 08:00 às 14h.
Maceió 22 de Outubro de 2010.

Eurídice Lopes dos Santos
Chefia do Departamento de Compras
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