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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Slum desativa depósito clandestino de lixo em terreno, no Trapiche

24.11.2010 18h02
A Prefeitura de Maceió, por meio da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum), está desativando mais um depósito clandestino de resíduos sólidos na capital. Nesta quarta-feira (24), foi iniciada uma grande operação de limpeza que vai remover lixo e entulhos de um terreno localizado na Rua Cabo Reis, no Trapiche.
O terreno, que fica algumas quadras por trás do Estádio Rei Pelé, será completamente limpo e cercado para evitar que a população volte a utilizar o local como ponto de despejo de resíduos sólidos. Segundo a Diretoria de Operações Especiais da Slum, até o final desta semana, o terreno já deve estar totalmente isolado.
Segundo o superintendente adjunto da Slum, José Roque da Silva, esta é uma ação semelhante a que foi desenvolvida em um terreno da Rua Zacarias de Azevedo, no Prado. Ele ressaltou que após ficar totalmente limpo, o trabalho será de orientar a população para não jogar lixo no terreno.
“É fundamental que o cidadão entenda que ao evitar esta prática colabora e muito com o trabalho de manutenção da limpeza na cidade. Quem tiver entulhos em casa e não souber como se livrar deles, é só entrar em contato com o nosso serviço de Disque-Lixo, através do telefone 3315-2600”.
Para garantir que o terreno não volte a receber lixo e entulhos, a Slum vai intensificar o trabalho de fiscalização na região e fazer valer as normas do Código Municipal de Limpeza Urbana.

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=217316

Vale Verde lança projeto ambiental para o Agreste

24/11/2010 - 22:23 - Agência Alagoas

Após os estudos feitos na jazida que fica em Craíbas e Arapiraca, a Mineração Vale Verde desenvolve programa junto aos pequenos produtores agrícolas da região Agreste. O empreendimento já representa a geração de 100 empregos diretos com investimentos de R$ 70 milhões. A empresa identificou por meio de estudos a quantidade de 150 milhões de toneladas de minério na jazida Craíbas/Arapiraca e mais 15 milhões de toneladas estão garantidos em outra mina em Igaci.

Ocupando uma área de 305 hectares na zona rural de Craíbas, a Mineração Vale Verde utiliza o espaço como modelo para o cultivo de diversas culturas agrícolas – milho, girassol, gergelim – do Projeto Agricultor Parceiro. A empresa iniciou o projeto com o envolvimento de seis agricultores e fechou uma parceria com eles, especialmente, para a produção de 10 hectares de milho, destinado à geração de renda para agricultores familiares do povoado Lagoa da Laje. Essas experiências de culturas agrícolas recebe total apoio do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Agrário, do Sebrae e da ONG EcoEngenho.

O cultivo da cultura do milho, que teve início em junho, tem atraído diversos agricultores da região e produtores de milho de várias partes do Estado admirados em conhecer de perto o cultivo e o uso de milho produzido com tecnologia. A expectativa é que a colheita do produto mostre uma produção bem maior do que da plantação feita de modo tradicional, muito praticado ainda na região, sendo esperada uma média de 7,5 toneladas por hectare.

O presidente da Mineração Vale Verde, Carlos Bertoni, também confirmou a criação de uma unidade de conservação do bioma caatinga, vegetação típica da região Agreste. Segundo Bertoni, a vegetação caatinga ocupa hoje poucas áreas da região, mas sob a orientação do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas a empresa irá trabalhar para a sua preservação.

“Realizamos o trabalho agrícola junto à comunidade, pois não queremos criar uma dependência econômica e nem mesmo o êxodo rural. Entendemos que a atividade de mineração tem um tempo determinado, pois o minério acabará mesmo sendo esta uma ótima jazida”, explicou Bertoni.

O secretário do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística, Luiz Otavio Gomes, comemorou as boas notícias apresentadas por Carlos Bertoni em reunião nesta semana, na Sedec. A exemplo dos projetos ambiental e agrícola, o secretário cita o andamento dos processos que atenderá os dois principais insumos: água e energia. “O presidente da Casal [Jessé Motta] participou da reunião na secretaria e garantiu que o projeto da Parceria Público-Privada (PPP), está bem adiantado para o fornecimento de água”, comemorou o secretário Luiz Otavio Gomes.

http://tudoglobal.com/blog/capa/destaques/91197/vale-verde-lanca-projeto-ambiental-para-o-agreste.html#ixzz16I3VGKjB

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Judson Cabral questiona destinação do chorume do aterro sanitário de Maceió

(23/11/2010 16:24)
O deputado Judson Cabral, vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, usou a tribuna da Casa Tavares Bastos, na sessão ordinária desta terça-feira, 23, para relatar sua participação em reunião.

Deputado Judson Cabralque discutiu a destinação do chorume do aterro sanitário de Maceió. O material, proveniente da combustão natural dos resíduos residenciais, vem sendo transportado para o emissário submarino e lançado ao mar.
Na visão de Cabral, o procedimento não é ilegal, mas é preciso observar a obediência à legislação ambiental. “Para isso, sugiro que esta Casa traga a diretoria da Casal para discutir a situação em que se encontra o emissário submarino da capital”, declarou o petista. Judson Cabral disse ainda que visitou o emissário submarino no último sábado, 20. Na oportunidade, considerou que o local está abandonado.

Sempma promoverá, entre os dias 26 e 27, curso sobre observação de aves

22 de Novembro de 2010

A Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), em parceria com a Organização de Preservação Ambiental (OPA), realizará, nos dias 26 e 27 deste mês, o curso de Iniciação à Observação de Aves. As aulas acontecem no auditório da Sempma (parte teórica) e no Parque Municipal (prática), em Bebedouro. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas até o dia 24.

O curso tem o intuito de disseminar a prática de observação de aves e suas principais regras, além de orientar sobre os aspectos essenciais que permitem a identificação dos diversos grupos e espécies de aves. Pretende-se, também, que os participantes adotem comportamentos eticamente responsáveis. “É também uma estratégia que a secretaria adota para desestimular a criação ilegal de pássaros em cativeiro e pela transformação desses criadores em observadores de aves em liberdade”, explica Ricardo Ramalho, secretário da Sempma.
A capacitação será dividida em duas partes, sendo uma teórica e outra prática. Os participantes devem levar caderneta de anotação e lápis, binóculos, repelente e máquina fotográfica, além de boné, roupa e calçados confortáveis (a roupa deve ser discreta - de cores neutras como verde, marrom, cinza ou camuflada - e o calçado de solado antiderrapante, adequados às condições e à natureza da atividade).

O evento é destinado a todos os interessados na observação de aves e estudantes de cursos afins. O valor da inscrição é R$ 50, com almoço incluso. Além de certificado, o participante receberá camiseta e um exemplar do Guia das Aves do Parque Municipal de Maceió. O curso tem ainda o apoio das empresas Phyto Engenharia Meio Ambiente e Soluções Adequadas e da Serviços Integrados em Gestão Ambiental (Siga).
Mais informações: (82) 9944-8793

Alagoas disputa instalação de usina nuclear com mais três estados

Postado por: Raul Rodrigues
Autoria: Agência Alagoas 21/11/2010 22:55:00
São Paulo está fora da corrida pela instalação de novas centrais nucleares no País.

Estudos da estatal Eletronuclear sobre a localização das próximas quatro usinas, programadas para entrar em funcionamento até 2030, levantaram obstáculos técnicos à construção de instalação nuclear no Estado.

Grandes concentrações populacionais, pouca disponibilidade de água e, paradoxalmente, a presença de grande reservatório subterrâneo, o aquífero Guarani, são quesitos que desaconselham o funcionamento de uma central nuclear em São Paulo, de acordo com avaliação realizada pela estatal, a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso.

As duas próximas usinas nucleares brasileiras serão construídas no Nordeste, às margens do rio São Francisco. A localização exata depende de uma decisão política do futuro governo Dilma Rousseff. Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe disputam a central.

Com a saída de São Paulo do páreo, a Eletronuclear detalha estudos de outras localidades no Sudeste e não está descartada a ampliação das instalações de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, cidade que já abriga as duas primeiras usinas brasileiras. Angra 3 teve as obras retomadas recentemente, depois de mais de 20 anos de paralisação. Minas Gerais e Espírito Santo também têm áreas que são avaliadas pela empresa.

A localização das próximas usinas brasileiras é uma das indefinições do Programa Nuclear Brasileiro e será assunto no primeiro “encontro de negócios” da área, na próxima terça-feira, em São Paulo. Na ocasião, será debatida a possibilidade de a iniciativa privada construir e operar essas novas instalações, por meio de concessões, como já acontece com usinas hidrelétricas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

ANA lança edital para gestão da água na construção civil

22/11/10 20:36

A Agência Nacional de Águas (ANA) lançou edital para selecionar propostas de entidades privadas sem fins lucrativos com o objetivo de promover o uso racional dos recursos hídricos no setor da construção civil.

O objetivo do projeto Desempenho e Inovação de Sistemas e Componentes para Uso Eficiente de Água em Edifícios é desenvolver ações voltadas ao uso racional da água em suas múltiplas aplicações, promovendo a adoção de medidas que minimizem perdas e maximizem a eficiência.

Será oferecido apoio técnico e financeiro, por meio de convênio, ao desenvolvimento de projetos pilotos ou demonstrativos e a experiências que visem ao uso racional da água em suas múltiplas aplicações, e sejam práticas que possam ser adotadas como difusoras e multiplicadas nas bacias hidrográficas.

A chamada pública, que começou na última sexta-feira (19) e vai até 5 de dezembro próximo, receberá propostas que deverão ser apresentadas por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse Siconv:https://www.convenios.gov.br
por Agência Brasil

Corte simbólico de árvore em RO marca início de atividades do primeiro manejo florestal do país

19/11/10 20:45

O corte de uma imbireira com quase 30 metros de altura, na Floresta Nacional do Jamari, norte de Rondônia, a 130 quilômetros da capital Porto Velho, deu início ao manejo de madeira na primeira concessão florestal do país.

Dos 222 mil hectares da área total da floresta da Flona Jamari, foram licitados pelo Serviço Florestal Brasileiro 96.361 hectares, espaço correspondente a um quadrado de terra medindo 30 quilômetros em cada lado. O manejo florestal de madeira está sendo feito pelas três empresas vencedoras da licitação: Amata, Sakura e Madeflora.

A concessão florestal é expedida pelo Serviço Florestal Brasileiro, com o objetivo de promover a exploração sustentável de madeira. Segundo o diretor-geral do órgão, Antônio Carlos Hummel, isso permite ao setor madeireiro trabalhar fora da clandestinidade, oferecendo o produto ao mercado sem danos ambientais, e ainda gerando empregos com carteira assinada e rendimentos ao poder público.

Hummel ressaltou que a ideia não é nova, e é cogitada desde a década de 1950, mas governos, sociedade e congressistas não conseguiam transformá-la em política pública, o que ocorreu a partir de 2003, com a consolidação do marco legal da concessão florestal e, posteriormente, da Lei de Gestão Florestal Pública, aprovada em março de 2006.

Ele acredita que, a partir desse modelo, em dez anos a economia madeireira da Amazônia vai estar organizada de forma sustentável, e que a gestão florestal brasileira será um exemplo mundial. A expectativa do Serviço Florestal Brasileiro é atingir, em 2011, 1 milhão de hectares de florestas licitadas.

O manejo florestal permite o corte de árvores na proporção de uma para cada 30 em determinada área, o que corresponde, na Floresta Amazônica, a cinco ou seis árvores por hectare, a cada ano. E o corte é feito depois de um censo florestal, em cada área, e monitorado por técnicos de órgãos ambientais.

O potencial de manejo florestal na Flona Jamari é de 68 mil metros cúbicos de madeira por ano, material suficiente para construir 8.500 casas populares. O contrato com as três empresas concessionária terá a duração de 40 anos, e o arrendamento da área vai gerar ao poder público R$ 3,3 milhões ao ano.

Depois da Flona Jamari, foram feitos processos de concessão em mais seis florestas nacionais nos estados de Rondônia e do Pará. Hoje, mais de 1 milhão de hectares estão em diferentes fases de concessão, desde pré-editais lançados a contratos já assinados. Segundo o Serviço Florestal Brasileiro, existem atualmente em torno de 10 milhões de hectares de florestas públicas em condições de receber uma concessão, área suficiente para atender 20% da demanda por madeira das indústrias brasileiras.
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