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"A sugestão para criação de um blog informativo e centralizador das notícias e assuntos envolvendo o Meio Ambiente partiu do então professor das disciplinas Biologia e Ecologia Geral de Graduação em Engenharia Ambiental, o Biólogo Iremar Accioly Bayma. A idéia foi absorvida e originou o PLANETA ZUL, NOSSO HABITAT tornando assim, um agente fomentador na construção do conhecimento e da sustentabilidade de nossa vida no planeta, trazendo o maior número de informações sobre a questão AMBIENTAL."
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Vilela se diz insatisfeito com duplicação
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TCU emite parecer favorável à obra do Canal do Sertão

A proposta do governo do Estado para criar um grupo técnico de trabalho, apoiado pelo Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), retirou o Canal do Sertão da lista de bloqueios do Orçamento Geral da União para 2011. A decisão favorável foi tomada nesta quarta-feira (24) pelo pleno do Tribunal de Contas da União (TCU) e permite que o Canal receba recursos para todos os trechos das obras.
Segundo o superintende de Projetos Especiais da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) e coordenador da obra do Canal do Sertão, Ricardo Aragão, o acórdão da decisão favorável do pleno do TCU sairá nos próximos dias. “Fizemos uma defesa preliminar, através de um relatório técnico, e agora temos as obras dos trechos três, quatro e cinco garantidos”, revelou o coordenador. Já está assegurada a liberação de R$ 1,3 bilhão para continuação das obras.
O Canal do Sertão é considerado uma das principais obras de recursos hídricos do Ministério da Integração Nacional. Os 45km correspondentes ao primeiro trecho das obras já está concluído. De acordo com o coordenador Ricardo Aragão, o segundo trecho, que corresponde do quilômetro 45 até o 64,7 será iniciado nos próximos dias.
“O Tribunal de Contas da União apenas cumpriu seu papel fundamental de fiscalizar a aplicação dos recursos federais na construção de obras públicas. Como nós estamos vivendo um governo transparente, fizemos a proposta técnica e envolvemos o secretário de fiscalização de obras do TCU, André Matos, que ficou muito satisfeito, pois alegou que Alagoas foi o primeiro Estado que agiu dessa forma, em defesa de uma grande obra”, disse Ricardo Aragão.
O impasse - O Canal do Sertão foi motivo de auditoria por terem sido encontradas irregularidades nos trechos básicos analisados pela Fiscalização de Obras Brasil (Fiscobras). A partir daí, o governo do Estado, com o apoio do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), decidiu formar uma equipe técnica para elaborar um relatório que apresentasse condições para a continuação das obras de modo a se adequarem às exigências do TCU.
Slum desativa depósito clandestino de lixo em terreno, no Trapiche
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Vale Verde lança projeto ambiental para o Agreste

Após os estudos feitos na jazida que fica em Craíbas e Arapiraca, a Mineração Vale Verde desenvolve programa junto aos pequenos produtores agrícolas da região Agreste. O empreendimento já representa a geração de 100 empregos diretos com investimentos de R$ 70 milhões. A empresa identificou por meio de estudos a quantidade de 150 milhões de toneladas de minério na jazida Craíbas/Arapiraca e mais 15 milhões de toneladas estão garantidos em outra mina em Igaci.
Ocupando uma área de 305 hectares na zona rural de Craíbas, a Mineração Vale Verde utiliza o espaço como modelo para o cultivo de diversas culturas agrícolas – milho, girassol, gergelim – do Projeto Agricultor Parceiro. A empresa iniciou o projeto com o envolvimento de seis agricultores e fechou uma parceria com eles, especialmente, para a produção de 10 hectares de milho, destinado à geração de renda para agricultores familiares do povoado Lagoa da Laje. Essas experiências de culturas agrícolas recebe total apoio do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Agrário, do Sebrae e da ONG EcoEngenho.
O cultivo da cultura do milho, que teve início em junho, tem atraído diversos agricultores da região e produtores de milho de várias partes do Estado admirados em conhecer de perto o cultivo e o uso de milho produzido com tecnologia. A expectativa é que a colheita do produto mostre uma produção bem maior do que da plantação feita de modo tradicional, muito praticado ainda na região, sendo esperada uma média de 7,5 toneladas por hectare.
O presidente da Mineração Vale Verde, Carlos Bertoni, também confirmou a criação de uma unidade de conservação do bioma caatinga, vegetação típica da região Agreste. Segundo Bertoni, a vegetação caatinga ocupa hoje poucas áreas da região, mas sob a orientação do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas a empresa irá trabalhar para a sua preservação.
“Realizamos o trabalho agrícola junto à comunidade, pois não queremos criar uma dependência econômica e nem mesmo o êxodo rural. Entendemos que a atividade de mineração tem um tempo determinado, pois o minério acabará mesmo sendo esta uma ótima jazida”, explicou Bertoni.
O secretário do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística, Luiz Otavio Gomes, comemorou as boas notícias apresentadas por Carlos Bertoni em reunião nesta semana, na Sedec. A exemplo dos projetos ambiental e agrícola, o secretário cita o andamento dos processos que atenderá os dois principais insumos: água e energia. “O presidente da Casal [Jessé Motta] participou da reunião na secretaria e garantiu que o projeto da Parceria Público-Privada (PPP), está bem adiantado para o fornecimento de água”, comemorou o secretário Luiz Otavio Gomes.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Judson Cabral questiona destinação do chorume do aterro sanitário de Maceió
Deputado Judson Cabralque discutiu a destinação do chorume do aterro sanitário de Maceió. O material, proveniente da combustão natural dos resíduos residenciais, vem sendo transportado para o emissário submarino e lançado ao mar.
Sempma promoverá, entre os dias 26 e 27, curso sobre observação de aves
A Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), em parceria com a Organização de Preservação Ambiental (OPA), realizará, nos dias 26 e 27 deste mês, o curso de Iniciação à Observação de Aves. As aulas acontecem no auditório da Sempma (parte teórica) e no Parque Municipal (prática), em Bebedouro. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas até o dia 24.
O curso tem o intuito de disseminar a prática de observação de aves e suas principais regras, além de orientar sobre os aspectos essenciais que permitem a identificação dos diversos grupos e espécies de aves. Pretende-se, também, que os participantes adotem comportamentos eticamente responsáveis. “É também uma estratégia que a secretaria adota para desestimular a criação ilegal de pássaros em cativeiro e pela transformação desses criadores em observadores de aves em liberdade”, explica Ricardo Ramalho, secretário da Sempma.
O evento é destinado a todos os interessados na observação de aves e estudantes de cursos afins. O valor da inscrição é R$ 50, com almoço incluso. Além de certificado, o participante receberá camiseta e um exemplar do Guia das Aves do Parque Municipal de Maceió. O curso tem ainda o apoio das empresas Phyto Engenharia Meio Ambiente e Soluções Adequadas e da Serviços Integrados em Gestão Ambiental (Siga).
Alagoas disputa instalação de usina nuclear com mais três estados
Estudos da estatal Eletronuclear sobre a localização das próximas quatro usinas, programadas para entrar em funcionamento até 2030, levantaram obstáculos técnicos à construção de instalação nuclear no Estado.
Grandes concentrações populacionais, pouca disponibilidade de água e, paradoxalmente, a presença de grande reservatório subterrâneo, o aquífero Guarani, são quesitos que desaconselham o funcionamento de uma central nuclear em São Paulo, de acordo com avaliação realizada pela estatal, a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso.
As duas próximas usinas nucleares brasileiras serão construídas no Nordeste, às margens do rio São Francisco. A localização exata depende de uma decisão política do futuro governo Dilma Rousseff. Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe disputam a central.
Com a saída de São Paulo do páreo, a Eletronuclear detalha estudos de outras localidades no Sudeste e não está descartada a ampliação das instalações de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, cidade que já abriga as duas primeiras usinas brasileiras. Angra 3 teve as obras retomadas recentemente, depois de mais de 20 anos de paralisação. Minas Gerais e Espírito Santo também têm áreas que são avaliadas pela empresa.
A localização das próximas usinas brasileiras é uma das indefinições do Programa Nuclear Brasileiro e será assunto no primeiro “encontro de negócios” da área, na próxima terça-feira, em São Paulo. Na ocasião, será debatida a possibilidade de a iniciativa privada construir e operar essas novas instalações, por meio de concessões, como já acontece com usinas hidrelétricas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.