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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Vilela se diz insatisfeito com duplicação

25.11.2010
Depois de se reunir na tarde de ontem com o diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem de Alagoas (DER/AL) e representantes da Construtora Ferreira Guedes, o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) voltou a expor sua insatisfação com o atraso no ritmo das obras de duplicação da AL-101 Sul. E também disse novamente que saiu de mais uma reunião com a construtora responsável pelo projeto confiante numa aceleração dos trabalhos para a conclusão da obra “já na próxima temporada de verão”.
Em janeiro, a obra estratégica para o turismo em Alagoas completará dois anos de iniciada. Mas Vilela afirma que estaria garantido o aporte financeiro para concluir a obra, e que um dos principais “gargalos” para a agilização da execução do projeto dependeria da maior celeridade do Poder Judiciário do Estado ao julgar os cerca de 300 processos de desapropriação de imóveis localizados às margens da rodovia estadual.
Obra é tocada com recursos próprios
O custo oficial do projeto que prevê a duplicação de 25,8 km da AL-101 Sul, das suas quatro pontes e ainda a construção de três viadutos é de R$ 138 milhões. E segundo a assessoria do DER, o governo aplicou cerca de R$ 30 milhões na obra, sendo 75% de recursos próprios e 25% de verbas federais. Mas o governador Teotonio Vilela Filho afirmou ontem que o aporte financeiro para a conclusão desta e de outras obras a serem anunciadas está assegurado pelos recursos captados pelo Estado por meio de empréstimos ao Banco Mundial e o BNDES.
“Temos hoje uma flexibilidade que nos dá plena tranquilidade. São recursos do BNDES e do Banco Mundial. E já tenho na próxima semana uma nova reunião com o Banco Mundial para outras obras, de modo que a questão dos recursos está equacionada. A obra está sendo tocada por recursos que não deixam de ser próprios, pois o Estado ainda vai pagar o financiamento”, disse o governador.

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=217367

TCU emite parecer favorável à obra do Canal do Sertão

25 de Novembro de 2010

A proposta do governo do Estado para criar um grupo técnico de trabalho, apoiado pelo Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), retirou o Canal do Sertão da lista de bloqueios do Orçamento Geral da União para 2011. A decisão favorável foi tomada nesta quarta-feira (24) pelo pleno do Tribunal de Contas da União (TCU) e permite que o Canal receba recursos para todos os trechos das obras.

Segundo o superintende de Projetos Especiais da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) e coordenador da obra do Canal do Sertão, Ricardo Aragão, o acórdão da decisão favorável do pleno do TCU sairá nos próximos dias. “Fizemos uma defesa preliminar, através de um relatório técnico, e agora temos as obras dos trechos três, quatro e cinco garantidos”, revelou o coordenador. Já está assegurada a liberação de R$ 1,3 bilhão para continuação das obras.

O Canal do Sertão é considerado uma das principais obras de recursos hídricos do Ministério da Integração Nacional. Os 45km correspondentes ao primeiro trecho das obras já está concluído. De acordo com o coordenador Ricardo Aragão, o segundo trecho, que corresponde do quilômetro 45 até o 64,7 será iniciado nos próximos dias.

“O Tribunal de Contas da União apenas cumpriu seu papel fundamental de fiscalizar a aplicação dos recursos federais na construção de obras públicas. Como nós estamos vivendo um governo transparente, fizemos a proposta técnica e envolvemos o secretário de fiscalização de obras do TCU, André Matos, que ficou muito satisfeito, pois alegou que Alagoas foi o primeiro Estado que agiu dessa forma, em defesa de uma grande obra”, disse Ricardo Aragão.

O impasse - O Canal do Sertão foi motivo de auditoria por terem sido encontradas irregularidades nos trechos básicos analisados pela Fiscalização de Obras Brasil (Fiscobras). A partir daí, o governo do Estado, com o apoio do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), decidiu formar uma equipe técnica para elaborar um relatório que apresentasse condições para a continuação das obras de modo a se adequarem às exigências do TCU.
Fonte:Agência Alagoas

Slum desativa depósito clandestino de lixo em terreno, no Trapiche

24.11.2010 18h02
A Prefeitura de Maceió, por meio da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum), está desativando mais um depósito clandestino de resíduos sólidos na capital. Nesta quarta-feira (24), foi iniciada uma grande operação de limpeza que vai remover lixo e entulhos de um terreno localizado na Rua Cabo Reis, no Trapiche.
O terreno, que fica algumas quadras por trás do Estádio Rei Pelé, será completamente limpo e cercado para evitar que a população volte a utilizar o local como ponto de despejo de resíduos sólidos. Segundo a Diretoria de Operações Especiais da Slum, até o final desta semana, o terreno já deve estar totalmente isolado.
Segundo o superintendente adjunto da Slum, José Roque da Silva, esta é uma ação semelhante a que foi desenvolvida em um terreno da Rua Zacarias de Azevedo, no Prado. Ele ressaltou que após ficar totalmente limpo, o trabalho será de orientar a população para não jogar lixo no terreno.
“É fundamental que o cidadão entenda que ao evitar esta prática colabora e muito com o trabalho de manutenção da limpeza na cidade. Quem tiver entulhos em casa e não souber como se livrar deles, é só entrar em contato com o nosso serviço de Disque-Lixo, através do telefone 3315-2600”.
Para garantir que o terreno não volte a receber lixo e entulhos, a Slum vai intensificar o trabalho de fiscalização na região e fazer valer as normas do Código Municipal de Limpeza Urbana.

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=217316

Vale Verde lança projeto ambiental para o Agreste

24/11/2010 - 22:23 - Agência Alagoas

Após os estudos feitos na jazida que fica em Craíbas e Arapiraca, a Mineração Vale Verde desenvolve programa junto aos pequenos produtores agrícolas da região Agreste. O empreendimento já representa a geração de 100 empregos diretos com investimentos de R$ 70 milhões. A empresa identificou por meio de estudos a quantidade de 150 milhões de toneladas de minério na jazida Craíbas/Arapiraca e mais 15 milhões de toneladas estão garantidos em outra mina em Igaci.

Ocupando uma área de 305 hectares na zona rural de Craíbas, a Mineração Vale Verde utiliza o espaço como modelo para o cultivo de diversas culturas agrícolas – milho, girassol, gergelim – do Projeto Agricultor Parceiro. A empresa iniciou o projeto com o envolvimento de seis agricultores e fechou uma parceria com eles, especialmente, para a produção de 10 hectares de milho, destinado à geração de renda para agricultores familiares do povoado Lagoa da Laje. Essas experiências de culturas agrícolas recebe total apoio do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria da Agricultura e Desenvolvimento Agrário, do Sebrae e da ONG EcoEngenho.

O cultivo da cultura do milho, que teve início em junho, tem atraído diversos agricultores da região e produtores de milho de várias partes do Estado admirados em conhecer de perto o cultivo e o uso de milho produzido com tecnologia. A expectativa é que a colheita do produto mostre uma produção bem maior do que da plantação feita de modo tradicional, muito praticado ainda na região, sendo esperada uma média de 7,5 toneladas por hectare.

O presidente da Mineração Vale Verde, Carlos Bertoni, também confirmou a criação de uma unidade de conservação do bioma caatinga, vegetação típica da região Agreste. Segundo Bertoni, a vegetação caatinga ocupa hoje poucas áreas da região, mas sob a orientação do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas a empresa irá trabalhar para a sua preservação.

“Realizamos o trabalho agrícola junto à comunidade, pois não queremos criar uma dependência econômica e nem mesmo o êxodo rural. Entendemos que a atividade de mineração tem um tempo determinado, pois o minério acabará mesmo sendo esta uma ótima jazida”, explicou Bertoni.

O secretário do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística, Luiz Otavio Gomes, comemorou as boas notícias apresentadas por Carlos Bertoni em reunião nesta semana, na Sedec. A exemplo dos projetos ambiental e agrícola, o secretário cita o andamento dos processos que atenderá os dois principais insumos: água e energia. “O presidente da Casal [Jessé Motta] participou da reunião na secretaria e garantiu que o projeto da Parceria Público-Privada (PPP), está bem adiantado para o fornecimento de água”, comemorou o secretário Luiz Otavio Gomes.

http://tudoglobal.com/blog/capa/destaques/91197/vale-verde-lanca-projeto-ambiental-para-o-agreste.html#ixzz16I3VGKjB

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Judson Cabral questiona destinação do chorume do aterro sanitário de Maceió

(23/11/2010 16:24)
O deputado Judson Cabral, vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, usou a tribuna da Casa Tavares Bastos, na sessão ordinária desta terça-feira, 23, para relatar sua participação em reunião.

Deputado Judson Cabralque discutiu a destinação do chorume do aterro sanitário de Maceió. O material, proveniente da combustão natural dos resíduos residenciais, vem sendo transportado para o emissário submarino e lançado ao mar.
Na visão de Cabral, o procedimento não é ilegal, mas é preciso observar a obediência à legislação ambiental. “Para isso, sugiro que esta Casa traga a diretoria da Casal para discutir a situação em que se encontra o emissário submarino da capital”, declarou o petista. Judson Cabral disse ainda que visitou o emissário submarino no último sábado, 20. Na oportunidade, considerou que o local está abandonado.

Sempma promoverá, entre os dias 26 e 27, curso sobre observação de aves

22 de Novembro de 2010

A Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), em parceria com a Organização de Preservação Ambiental (OPA), realizará, nos dias 26 e 27 deste mês, o curso de Iniciação à Observação de Aves. As aulas acontecem no auditório da Sempma (parte teórica) e no Parque Municipal (prática), em Bebedouro. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas até o dia 24.

O curso tem o intuito de disseminar a prática de observação de aves e suas principais regras, além de orientar sobre os aspectos essenciais que permitem a identificação dos diversos grupos e espécies de aves. Pretende-se, também, que os participantes adotem comportamentos eticamente responsáveis. “É também uma estratégia que a secretaria adota para desestimular a criação ilegal de pássaros em cativeiro e pela transformação desses criadores em observadores de aves em liberdade”, explica Ricardo Ramalho, secretário da Sempma.
A capacitação será dividida em duas partes, sendo uma teórica e outra prática. Os participantes devem levar caderneta de anotação e lápis, binóculos, repelente e máquina fotográfica, além de boné, roupa e calçados confortáveis (a roupa deve ser discreta - de cores neutras como verde, marrom, cinza ou camuflada - e o calçado de solado antiderrapante, adequados às condições e à natureza da atividade).

O evento é destinado a todos os interessados na observação de aves e estudantes de cursos afins. O valor da inscrição é R$ 50, com almoço incluso. Além de certificado, o participante receberá camiseta e um exemplar do Guia das Aves do Parque Municipal de Maceió. O curso tem ainda o apoio das empresas Phyto Engenharia Meio Ambiente e Soluções Adequadas e da Serviços Integrados em Gestão Ambiental (Siga).
Mais informações: (82) 9944-8793

Alagoas disputa instalação de usina nuclear com mais três estados

Postado por: Raul Rodrigues
Autoria: Agência Alagoas 21/11/2010 22:55:00
São Paulo está fora da corrida pela instalação de novas centrais nucleares no País.

Estudos da estatal Eletronuclear sobre a localização das próximas quatro usinas, programadas para entrar em funcionamento até 2030, levantaram obstáculos técnicos à construção de instalação nuclear no Estado.

Grandes concentrações populacionais, pouca disponibilidade de água e, paradoxalmente, a presença de grande reservatório subterrâneo, o aquífero Guarani, são quesitos que desaconselham o funcionamento de uma central nuclear em São Paulo, de acordo com avaliação realizada pela estatal, a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso.

As duas próximas usinas nucleares brasileiras serão construídas no Nordeste, às margens do rio São Francisco. A localização exata depende de uma decisão política do futuro governo Dilma Rousseff. Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe disputam a central.

Com a saída de São Paulo do páreo, a Eletronuclear detalha estudos de outras localidades no Sudeste e não está descartada a ampliação das instalações de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, cidade que já abriga as duas primeiras usinas brasileiras. Angra 3 teve as obras retomadas recentemente, depois de mais de 20 anos de paralisação. Minas Gerais e Espírito Santo também têm áreas que são avaliadas pela empresa.

A localização das próximas usinas brasileiras é uma das indefinições do Programa Nuclear Brasileiro e será assunto no primeiro “encontro de negócios” da área, na próxima terça-feira, em São Paulo. Na ocasião, será debatida a possibilidade de a iniciativa privada construir e operar essas novas instalações, por meio de concessões, como já acontece com usinas hidrelétricas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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