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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Técnicos da prefeitura vistoriam aterro sanitário

25/11/10 15:22

Depois de questionar na Assembleia Legislativa (ALE) a destinação do chorume proveniente dos resíduos da Central de Tratamento de Resíduos de Maceió (Aterro Sanitário), o vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALE, deputado Judson Cabral, esteve nesta quinta-feira juntamente com técnicos da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma) e da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum) para uma vistoria no aterro sanitário.

O grupo que acompanhou a fiscalização viu de perto todo o procedimento operacional que está sendo feito na célula de resíduos domiciliares, na unidade em construção para beneficiamento de resíduos da construção civil (RCC), vala de animais mortos e na estação de tratamento de efluentes. Segundo os técnicos, as denúncias sobre a inadequação do tratamento e do transporte do chorume não rocedem.

Segundo Álder Flores, técnico da Slum, o emissário tinha vazão de 350 miligramas de demanda bioquímica de oxigênio (DBO), passando a ter 356 com o chorume, sendo, portanto, mínimo o impacto. “Estamos fazendo ajustes para utilizar o chorume dentro do aterro. Para o emissário da Casal, está dentro do aceitável, de acordo com as normas”, explica.

O secretário municipal de Proteção ao Meio Ambiente, Ricardo Ramalho, reforça que o aterro melhora a cada dia sua operacionalidade. “A estação de tratamento de efluentes está vazia, com o mínimo de chorume. Não tem a menor perspectiva de transportá-lo, principalmente por causa do clima, porque a produção é menor”, diz, salientando que a vazão é proporcional à quantidade de chuvas.

Ao final, o deputado Judson Cabral demonstrou preocupação com as condições do emissário submarino. “Se ficar comprovado que a Casal está à revelia das normas, vamos exigir a correção, a apuração das responsabilidades. Vamos tentar uma visita com a Companhia no emissário, para discutir, ver o que eles têm para dizer. A situação é preocupante porque a estação de tratamento do emissário está inadequada, fora das normas”, conclui.

por Roberto Lopes com informações da Sempma

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Seminário Ambiental apresenta soluções técnicas para redução e reciclagem do lixo

23/11/2010 15h17min

Segundo dia do evento, em Joinville, trouxe exemplos de reciclagem de plástico e isopor, tratamento de efluentes industriais e atividades da Seinfra e Fundema em relação ao lixo.

O segundo dia do Seminário de Consciência Ambiental, nesta terça-feira, na Câmara de Vereadores de Joinville, discutiu principalmente soluções técnicas para a reciclagem e a redução de resíduos. O evento é uma promoção do Poder Legislativo da cidade e do Jornal A Notícia.
Na primeira palestra, o engenheiro João Henrique Paes Leme, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apresentou um modelo experimental para geração de energia a partir da incineração (queima) de sacolas plásticas. Os gazes gerados são filtrados e não há poluentes liberados na atmosfera, segundo o engenheiro. A energia gerada é usada para abastecer o próprio experimento.
Na sequência, o secretário de Infraestrutura de Joinville, Ariel Pizzolatti, mostrou dados sobre o aterro sanitário de Joinville. Segundo ele, com as ampliações pelas quais o local passa, terá capacidade para receber resíduos por mais 18 anos. Mesmo assim, a meta é de prolongar esse tempo aumentando a reciclagem para 15% do total recolhido por mês (atualmente, é metade disso).
O diretor-presidente da Termotécnica, fabricante de isopor de Joinville, Albano Schmidt, mostrou o exemplo da empresa no que se pode chamar de engenharia reversa. A própria empresa recebe de volta o isopor de embalagens de eletrodomésticos, por exemplo, e usa na construção civil e na fabricação de embalagens para frutas.
As atividades e planos da Fundação Municipal de Meio Ambiente (Fundema) foram apresentados, em seguida, pelo presidente do órgão, Marcos Schoene. O órgão trabalha atualmente em estudos para indicar à Prefeitura qual área de reciclagem (construção civil, lixo orgânico, plástico) é mais vantajosa para iniciativas a curto prazo.
No encerramento, o engenheiro da Albrecht, empresa joinvilense que fabrica máquinas industriais, Luís Ferreira, mostrou o equipamento que a empresa patenteou para o tratamento do lodo que resulta do tratamento de efluentes industriais ou mesmo do tratamento da água e do esgoto nos municípios.
O seminário ambiental terminou nesta quarta-feira, com outras cinco palestras. O destaque foi a apresentação de Luciano Zica, ex-secretario nacional de Recursos Hídricos, que falou da Lei de Resíduos Sólidos, aprovada este ano.

Braskem inicia parceria com Embrapa na área de nanotecnologia

24/11/2010 17h57min
Projeto tem prazo de três anos e recursos de R$ 500 mil
A Braskem inicia nesta quinta, dia 25, um convênio de cooperação científica e tecnológica com a Embrapa. O objetivo é identificar nanofibras de celulose de diferentes fontes vegetais.
A partir de matérias-primas como bagaço de cana, resíduos de casca de coco, variedades específicas de algodão colorido, sisal, curauá e resíduos agrícolas, as parceiras buscarão fontes vegetais mais produtivas, com melhor desempenho e biodegradáveis para uso na indústria.

O projeto tem prazo de três anos e recursos de R$ 500 mil, e faz parte do programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O aporte da Braskem na iniciativa será de R$ 248 mil e a Fapesp entrará com os R$ 252 mil restantes.

Consumidor brasileiro é a favor do fim das sacolinhas plásticas

25 de novembro de 2010 7:21
Alexandre Melo Do Diário do Grande ABC

Os brasileiros estão ficando mais conscientes em relação ao uso das sacolas plásticas, é o que indica pesquisa realizada pelo Ministério do Meio Ambiente, Instituto Synovate e Walmart Brasil apontando que 60% dos brasileiros são a favor de uma lei que institua o banimento das sacolinhas.

Segundo a Pasta, a questão ambiental aparece como prioridade na pesquisa, acima do crescimento econômico. A população acredita que mudando os hábitos de consumo será possível conservar os recursos naturais. O levantamento serve para identificar o potencial de adesão da população a comportamentos ambientalmente responsáveis.

Profissionais do setor de plásticos como o gerente comercial de uma fabricante de embalagens de Diadema, Carlos Alberto Machado, não temem a medida, mas reconhecem que o mercado está diminuindo. "Sentimos a perda de clientes que encomendavam sacolas promocionais para distribuição em eventos. Isso nos motivou a buscar novos nichos como embalagens para água mineral ou mesmo o varejo", afirma.

Machado relata que enxergou tendência de mercado ao produzir sacolas plásticas oxibiodegradáveis, em 2005, material bastante procurado por redes como Planet Girls, Laselva Bookstore, Le Lis Blanc e Lojas Miroa. O gestor explica que esses sacos têm um aditivo chamado d2w que acelera sua decomposição em contato com o meio ambiente sem deixar resíduos nocivos.

Mesmo sem fornecer para um setor importante como de feiras e eventos, a empresa diademense, que emprega 50 funcionários, espera crescimento de 25% neste ano ao faturar R$ 700 mil. "Os fabricantes de sacolas plásticas estão sendo espremidos pelas redes de supermercados, que pagam cada vez menos pelos produtos", pontua.

ECONOMIA - De acordo com INC (Instituto Nacional do Plástico), desde a criação do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas com as redes de supermercados, há dois anos, foram economizados R$ 58 milhões na compra de sacolinhas. De 2007 para 2009, o volume de produção caiu de 17,9 bilhões para 15 bilhões.

A possibilidade de criar uma lei para acabar com a utilização das sacos plásticos divide opiniões. A psicopedagoga Luana da Penha Custodio Loureiro é favorável à medida para preservar a natureza. "Na escola em que trabalho incentivamos as crianças para que convençam as mães a levarem sacolas retornáveis ao supermercado. Por mais que a medida seja chocante num primeiro momento, ela é importante."

Para a dona de casa Roseli Cantero Torres Gonçalves, colocar a compra do mês em caixas de papelão seria um problema para aqueles que não podem carregar peso. "Sou contra por este motivo e utilizo sempre as sacolinhas nas idas à quitanda ou mercadinho do bairro."

Vilela se diz insatisfeito com duplicação

25.11.2010
Depois de se reunir na tarde de ontem com o diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem de Alagoas (DER/AL) e representantes da Construtora Ferreira Guedes, o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) voltou a expor sua insatisfação com o atraso no ritmo das obras de duplicação da AL-101 Sul. E também disse novamente que saiu de mais uma reunião com a construtora responsável pelo projeto confiante numa aceleração dos trabalhos para a conclusão da obra “já na próxima temporada de verão”.
Em janeiro, a obra estratégica para o turismo em Alagoas completará dois anos de iniciada. Mas Vilela afirma que estaria garantido o aporte financeiro para concluir a obra, e que um dos principais “gargalos” para a agilização da execução do projeto dependeria da maior celeridade do Poder Judiciário do Estado ao julgar os cerca de 300 processos de desapropriação de imóveis localizados às margens da rodovia estadual.
Obra é tocada com recursos próprios
O custo oficial do projeto que prevê a duplicação de 25,8 km da AL-101 Sul, das suas quatro pontes e ainda a construção de três viadutos é de R$ 138 milhões. E segundo a assessoria do DER, o governo aplicou cerca de R$ 30 milhões na obra, sendo 75% de recursos próprios e 25% de verbas federais. Mas o governador Teotonio Vilela Filho afirmou ontem que o aporte financeiro para a conclusão desta e de outras obras a serem anunciadas está assegurado pelos recursos captados pelo Estado por meio de empréstimos ao Banco Mundial e o BNDES.
“Temos hoje uma flexibilidade que nos dá plena tranquilidade. São recursos do BNDES e do Banco Mundial. E já tenho na próxima semana uma nova reunião com o Banco Mundial para outras obras, de modo que a questão dos recursos está equacionada. A obra está sendo tocada por recursos que não deixam de ser próprios, pois o Estado ainda vai pagar o financiamento”, disse o governador.

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=217367

TCU emite parecer favorável à obra do Canal do Sertão

25 de Novembro de 2010

A proposta do governo do Estado para criar um grupo técnico de trabalho, apoiado pelo Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), retirou o Canal do Sertão da lista de bloqueios do Orçamento Geral da União para 2011. A decisão favorável foi tomada nesta quarta-feira (24) pelo pleno do Tribunal de Contas da União (TCU) e permite que o Canal receba recursos para todos os trechos das obras.

Segundo o superintende de Projetos Especiais da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) e coordenador da obra do Canal do Sertão, Ricardo Aragão, o acórdão da decisão favorável do pleno do TCU sairá nos próximos dias. “Fizemos uma defesa preliminar, através de um relatório técnico, e agora temos as obras dos trechos três, quatro e cinco garantidos”, revelou o coordenador. Já está assegurada a liberação de R$ 1,3 bilhão para continuação das obras.

O Canal do Sertão é considerado uma das principais obras de recursos hídricos do Ministério da Integração Nacional. Os 45km correspondentes ao primeiro trecho das obras já está concluído. De acordo com o coordenador Ricardo Aragão, o segundo trecho, que corresponde do quilômetro 45 até o 64,7 será iniciado nos próximos dias.

“O Tribunal de Contas da União apenas cumpriu seu papel fundamental de fiscalizar a aplicação dos recursos federais na construção de obras públicas. Como nós estamos vivendo um governo transparente, fizemos a proposta técnica e envolvemos o secretário de fiscalização de obras do TCU, André Matos, que ficou muito satisfeito, pois alegou que Alagoas foi o primeiro Estado que agiu dessa forma, em defesa de uma grande obra”, disse Ricardo Aragão.

O impasse - O Canal do Sertão foi motivo de auditoria por terem sido encontradas irregularidades nos trechos básicos analisados pela Fiscalização de Obras Brasil (Fiscobras). A partir daí, o governo do Estado, com o apoio do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT), decidiu formar uma equipe técnica para elaborar um relatório que apresentasse condições para a continuação das obras de modo a se adequarem às exigências do TCU.
Fonte:Agência Alagoas

Slum desativa depósito clandestino de lixo em terreno, no Trapiche

24.11.2010 18h02
A Prefeitura de Maceió, por meio da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum), está desativando mais um depósito clandestino de resíduos sólidos na capital. Nesta quarta-feira (24), foi iniciada uma grande operação de limpeza que vai remover lixo e entulhos de um terreno localizado na Rua Cabo Reis, no Trapiche.
O terreno, que fica algumas quadras por trás do Estádio Rei Pelé, será completamente limpo e cercado para evitar que a população volte a utilizar o local como ponto de despejo de resíduos sólidos. Segundo a Diretoria de Operações Especiais da Slum, até o final desta semana, o terreno já deve estar totalmente isolado.
Segundo o superintendente adjunto da Slum, José Roque da Silva, esta é uma ação semelhante a que foi desenvolvida em um terreno da Rua Zacarias de Azevedo, no Prado. Ele ressaltou que após ficar totalmente limpo, o trabalho será de orientar a população para não jogar lixo no terreno.
“É fundamental que o cidadão entenda que ao evitar esta prática colabora e muito com o trabalho de manutenção da limpeza na cidade. Quem tiver entulhos em casa e não souber como se livrar deles, é só entrar em contato com o nosso serviço de Disque-Lixo, através do telefone 3315-2600”.
Para garantir que o terreno não volte a receber lixo e entulhos, a Slum vai intensificar o trabalho de fiscalização na região e fazer valer as normas do Código Municipal de Limpeza Urbana.

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=217316
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