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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Várzea do Marituba: o pantanal em Alagoas

12/12/2010
Pesca predatória, desmatamento, queimada e caça de animais silvestres ameaçam APA
(Foto: Yvette Moura)
Láyra Santa Rosa – Repórter

Várzea do Marituba do Peixe. Sem dúvida um paraíso ecológico de águas claras, animais silvestres, de vegetação rica, que tenta sobreviver de perto com interferência do homem. Um verdadeiro pantanal em terras alagoanas, localizado às margens do Velho Chico, que funciona como berçário de várias espécies de peixes que vivem e dão vida ao rio. São 18.600 hectares água e terra. Uma área comparada a extensão de 18.556 mil campos de futebol um ao lado do outro.

Esse éden de ecossistema variado corta os municípios de Feliz Deserto, Penedo e Piaçabuçu. Desde o final da década de 1980 o local é uma Área de Preservação Ambiental (APA) e para continuar “viva” tenta se recuperar do desmatamento descontrolado, da pesca predatória, da caça de animais silvestres, da queimada, criação de lixões e da interferência continua do homem. Sem falar das ações descontroladas nos rios Piauí e Marituba, que formam a várzea e no próprio Rio São Francisco, que sofre com o assoreamento.

Com a criação da Unidade de Conservação, em 1988, a área passou a ser protegida por Lei e qualquer interferência sem autorização e estudo prévio, pode gerar multa e até prisão, segundo prevê a Legislação de Crimes Ambientais. Isso não evitou, entretanto, que o descaso contra a natureza continuasse, porém fez com que a maioria deles diminuísse. Na tentativa de mudar a realidade da área, houve ainda a instalação do Conselho Gestor e do Plano de Manejo, que tenta conscientizar as comunidades ribeirinhas para ações de educação ambiental em pró do Marituba do Peixe.

O problema é que o trabalho dos órgãos ambientais acaba esbarrado nas questões sociais da sofrida comunidade. Um deles é a liberação da verba para compensar o defeso, que evitaria a pesca predatória, durante o período em que os pescadores ficam impedidos de exercer suas atividades. Só que um mês após o inicio da proibição de pesca, que começou no dia primeiro de novembro e vai até o dia primeiro de fevereiro, o recurso de um salário mínimo por mês não foi liberado pelo governo Federal.

De mãos atadas e tendo que manter a sobrevivência de suas famílias, os pescadores continuam a pesca predatória. Em passagem na APA do Marituba na última semana, a reportagem de O JORNAL flagrou esse descuido com a natureza, onde várias redes de pesca espalhadas foram encontradas dentro do rio. Os pescadores lamentam a situação, mas dizem não ter opção e que precisam sobreviver.

Outra situação encontrada na APA foram focos pequenos de queimadas, feitos na maioria das vezes pelos próprios ribeirinhos que querem abrir passagem até pontos com maior concentração de água. Essa prática é comum, e é utilizada para facilitar a pesca e a agricultura. O problema é que eles não têm consciência do dano que estão causando a vegetação, que fica seca em determinadas épocas do ano, e só se recuperam com o alagamento da área.

Sebrae e Petrobras firmam parceria em programa de educação ambiental

12/dez/2010
Comunidades costeiras de dez municípios sergipanos serão beneficiadas com projetos de estruturação de atividades produtivas e capacitação técnica

O Programa de Educação Ambiental com Comunidades Costeiras (PEAC), é uma ação da Petrobras, fruto de uma exigência do licenciamento ambiental dos empreendimentos marítimos da Unidade Operacional Sergipe e Alagoas. Ele irá beneficiar mais de 80 comunidades de dez municípios sergipanos, envolvendo cerca de oito mil pessoas. Em Sergipe, o programa será desenvolvido em parceria com o Sebrae.

A proposta é elaborar projetos executivos voltados para estruturar o desenvolvimento social das comunidades atendidas pelo PEAC e promover capacitação em atividades técnicas demandadas pelas comunidades.

Também faz parte do Programa a regularização institucional das entidades beneficiadas com o projeto. Essa regularização compreende a análise e solução das pendências relativas à situação jurídica das organizações sociais, associações e cooperativas atendidas pelo PEAC, inclusive por meio de elaboração, confecção, registro de estatutos, atas e demais atos constitutivos, abertura de CNPJ e obtenção de licenças.
Abrangência
O Projeto será implantado nos municípios costeiros de Brejo Grande, Pacatuba, Pirambu, Barra dos Coqueiros, Aracaju, São Cristóvão, Itaporanga, Estância, Santa Luzia e Indiaroba.

As ações do PEAC compreendem a construção e reforma de centros comunitários ou sedes de associações ou colônias de pescadores. Incluem ainda projetos de confecção de produtos artesanais e unidades de beneficiamento e armazenamento do pescado, unidades produtivas de piscicultura e ostreicultura, aquisição de equipamentos de transporte de mercadorias e agrícolas e reforma de embarcações.

Também podem ser incluídas no projeto a construção ou reforma de unidades de produção artesanal e semi industrial de peças de artesanato, polpa de frutas, corte costura, casa de farinha, apicultura e produtos de limpeza, entre outros.
Desenvolvimento sustentável
Segundo Cristiano Leite Parente, engenheiro de meio ambiente da Petrobras, a implementação de projetos de produtos sustentáveis de cunho comunitário, nos municípios abrangidos pelo PEAC, é necessária para cumprir as exigências feitas pelo Ibama para licenciar os empreendimentos marítimos já implantados.

Para o superintendente do Sebrae em Sergipe, Emanoel Sobral, toda a parceria é bem vinda quando tem como foco estimular o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios.

– Nossa missão é promover e consolidar a força empreendedora das micro e pequenas empresas, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Estado de Sergipe. Essa é mais uma parceria que firmamos com a Petrobras e, com certeza, será também bem sucedida como as outras – diz Emanoel.

AGÊNCIA SEBRAE

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fibra pode despoluir rios contaminados

Data: 07/10/2010

Fibra de crustáceos pode despoluir rios contaminados com metais pesados
Uma fibra retirada de crustáceos, como camarão e lagosta, pode ajudar a despoluir rios e lagos contaminados por metais pesados, de acordo com uma pesquisa da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

A fibra, chamada quitosana, é abundante na natureza e comumente usada pela indústria farmacêutica para outras finalidades.

"Ela é extraída da casca de crustáceos, como caranguejos, que são descartados pela indústria pesqueira", disse a pesquisadora Elaine Nogueira Lopes de Lima, que apresentou o trabalho como tese de doutorado em química.

Para extrair da água metais como cobre e chumbo, que podem contaminar animais e plantas nas proximidades, a quitosana é alterada quimicamente, ficando com capacidade de "aderir" a essses elementos.
"A quitosana é usada em forma de pó. Quando jogada na água, os metais grudam nas moléculas", disse Lima.Em seguida, é feita uma filtragem para retirar o pó com metais pesados absorvidos.

O pó da fibra pode ser reutilizado depois de retirados os metais pesados.

Com os resultados positivos, a pesquisadora já planeja testar outras reações em misturas com quitosana, desta vez em fármacos. O objetivo é que o tratamento nos rios seja ampliado para substâncias tóxicas desta área.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

2 milhões de litros de resíduos tóxicos caem em rio

28 de novembro de 2010 0h 00
Vazamento na CSN motiva multa de R$ 50 milhões; governo do Rio anuncia intervenção ambiental na empresa
Jacqueline Farid / RIO - O Estado de S.Paulo
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) será multada pelo governo do Rio em até R$ 50 milhões e deverá sofrer "intervenção ambiental", com fiscalização permanente dentro da companhia, em consequência de um vazamento de cerca de 2 milhões de litros de resíduos tóxicos no Rio Paraíba do Sul, ocorrida na manhã de ontem. O acidente colocou em risco o abastecimento de água de 8 milhões de consumidores do Estado.

O presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Wagner Victer, sobrevoou ontem o Paraíba do Sul e explicou que os efeitos do vazamento só poderiam ser dimensionados no fim da noite, mas adiantou que dificilmente o abastecimento será paralisado. Segundo ele, como o nível do rio está alto, o escoamento poderá amenizar o problema.

Victer alertou, porém, os moradores de cidades fluminenses como Piraí e Pinheiral, além da Baixada Fluminense, para a necessidade de economizar água até que a situação esteja mais clara. Victer ressaltou que "é necessária uma postura firme e uma multa exemplar" em relação à empresa. "E uma medida emblemática do ponto de vista ambiental. Esse tipo de acidente coloca a população em risco."

A Cedae faz a captação de água para a Estação de Tratamento do Guandu, que abastece todo o Rio e, sobretudo, a Baixada Fluminense, do Rio Paraíba do Sul. Segundo Victer, o vazamento foi controlado no início da tarde de ontem. A Assessoria de Imprensa da CSN não foi localizada para comentar o acidente.

A secretária estadual do Meio Ambiente, Marilene Ramos, explicou que o vazamento ocorreu em um tanque de acumulação de resíduos da lavagem de gases do alto forno da siderúrgica, em Volta Redonda. "É um vazamento grave", disse. Segundo ela, o único atenuante é que a empresa informou imediatamente às autoridades sobre o problema. "Já falei com o governador (Sérgio Cabral Filho) e vamos estudar como fazer legalmente uma intervenção na área ambiental da empresa."

Marilene reclamou da frequência com que ocorrem acidentes na CSN e citou o acidente ocorrido em agosto de 2009, quando houve vazamento de óleo na companhia no mesmo Paraíba do Sul. "Queremos uma fiscalização permanente para reduzir a frequência desses episódios."

MPE denuncia prefeito de Maceió por fraude em licitação do lixo

26 de novembro de 2010 23h 54
De acordo com o promotor que fez a denúncia, a fraude teria provocado um rombo de R$ 200 milhões nos cofres da prefeitura.
Ricardo Rodrigues - O Estado de S.Paulo

O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou nesta sexta-feira, 26, com uma Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa contra o prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PP), acusado de fraudar a licitação de lixo de Maceió em R$ 200 milhões. O prefeito foi procurado para falar sobre a ação, mas não foi localizado. A assessoria dele informou que a Prefeitura só irá se manifestar a respeito quando for notificada oficialmente.

A ação, subscrita pelo promotor de Justiça Marcos Rômulo, envolve também o ex-superintendente da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum), João Vilela, o atual superintendente Ernande Baracho e os sócios das empresas Viva Ambiental, Construtora Marquise, EBR Consultoria e Limpel. Na ação, o MPE pede a perda do cargo público, multa para as empresas e os gestores, ressarcimento ao erário, proibição de contratar ou receber benefícios e subvenções.

De acordo com a assessoria do MPE, o trabalho de investigação durou quase quatro anos e somou 174 laudas, sem contar documentos e provas que foram recolhidas. A investigação sobre o caso começou em 2006, a partir de uma denúncia do então vereador por Maceió Marcos Alves.
Segundo o promotor Marcos Rômulo, o prefeito, os gestores e os empresários praticaram improbidade administrativa, pois manipularam a documentação que deveria ser apresentada para licitação do lixo de Maceió, bem como executaram procedimentos para favorecer determinadas empresas.

O MPE observou que a empresa Viva Ambiental, que era pequena antes de Almeida assumir seu primeiro mandato, virou uma gigante no trabalho de limpeza, somente com o contrato fimado com a Prefeitura de Maceió.
"Para se ter ideia, apenas três pequenos municípios - Caucaia (CE), Parnaíba (PI) e Madre de Deus (BA)- tiveram serviços prestados pela empresa antes que ela fosse escolhida para efetuar atividades na capital alagoana. A sociedade reunia apenas dois irmãos que sequer tinham curso superior e que moravam em Salvador (BA)", comenta o promotor, em sua ação.

Em janeiro de 2005, o município de Maceió pagava R$ 464 mil para empresa Marquise efetuar a limpeza. Desde a posse do primeiro mandato do prefeito Cícero Almeida os valores foram sendo reajustados mês a mês. Em maio de 2006, o contrato já sob o comando da Viva Ambiental, estava na casa dos R$ 3,3 milhões. Isso sem contar as sucessivas fraudes que foram efetuadas para que a empresa pudesse substituir a antecessora no recolhimento de resíduos. "Com isso, a Viva passou 18 meses como responsável pelo lixo da capital sem nenhuma licitação, além de vencer sem dificuldades o processo licitatório realizado em 2008", acrescentou.

O promotor destaca ainda que, no início do primeiro mandato do prefeito, a Marquise simplesmente comunicou a Prefeitura de Maceió que não tinha mais interesse em seguir o contrato que venceria em três meses. "A Slum então organizou uma contratação de emergência - cheia de vícios e que terminou com a escolha da Viva Ambiental. No entanto, sem nenhuma explicação a prefeitura autorizou, já depois do fim do contrato, o pagamento para Marquise com reajustes bem acima dos valores que eram exercidos anteriormente", destacou.

De acordo com Marcos Rômulo, quando o MPE observou os valores pagos pelo recolhimento do lixo de Maceió foi que se teve a dimensão exata da fraude. "O primeiro contrato emergencial cumprido pela Viva Ambiental foi de R$ 8,7 milhões por um período de seis meses, antes mesmo do fim de prazo a empresa ainda conseguiu um aditivo de mais de R$ 2,1 milhões. A prestação do serviço foi renovada automaticamente (o que é proibido por lei) para R$ 15 milhões - sem que fosse feita qualquer publicação em Diário Oficial relativo a decisão da Slum. A justificativa apresentada foi a inexistência de um aterro sanitário em Maceió", observa o promotor.

"Em seguida, pela terceira vez, a empresa teve o contrato renovado por mais seis meses. Desta vez, uma cotação de preços foi feita para validar o contrato", acrescentou Marcos Rômulo. No entanto, durante as investigações, o promotor descobriu mais uma fraude: a empresa Trópicos, que apresentou valores para cotação, aparece em uma ação trabalhista em Jaboatão dos Guararapes (PE) como pertencente aos mesmos donos da Viva Ambiental e com a sede no mesmo endereço de funcionamento da "concorrente". Este contrato terminou repassando mais R$ 5,5 milhões para o esquema fraudulento.

Já a Limpel efetuou contratos, sem a realização de licitação, que elevaram em muito os valores cobrados até então pelo mercado. Por dois meses de trabalho a empresa cobrou R$ 3 milhões. O mesmo contrato foi renovado passando a ser dez meses e com valor de R$ 10 milhões. Em maio de 2006, o então diretor de Operações da Slum, Ernande Baracho, que viria a ser superintendente, requereu um acréscimo de 25% na prestação dos serviços o que gerou um terceiro aditivo desta vez de R$ 3,750 milhões.
Detalhe: em janeiro de 2005 a Limpel ganhava R$ 282,4 mil. Em novembro do mesmo ano o contrato já era de R$ 1,389 milhões.

Licitação viciada

A EBR Consultoria foi contratada para elaborar o edital da licitação do lixo em Maceió. Uma investigação detalhada conferiu que a empresa levou apenas dois dias para ficar apta e concorrer a licitação que definiu o edital. Porém, o mesmo levantamento observou que as certidões necessárias para participação no certame só foram adicionadas aos autos da licitação mais de seis meses depois do encerramento do processo. Sem contar que a apuração dos fatos concluiu, devido as datas, que a EBR foi privilegiada ao saber dos resultados ofertados as outras duas empresas que disputaram a contratação.

O edital produzido pela EBR praticamente limitou a contratação da empresa Viva Ambiental e da Limpel, pois ambas eram às únicas do mercado que reuniam todas as condições exigidas no documento, extremamente detalhado e com fortes indícios de direcionamento para o favorecimento de determinado grupo. O edital terminou fazendo com que as duas empresas fossem habilitadas como as únicas com condições para o recolhimento dos resíduos de Maceió. Em tempo, os sócios proprietários da consultoria são casados e nunca tiveram nenhuma experiência na área, sendo ele engenheiro mecânico e ela música.

O edital fez uma série de exigências desnecessárias, mas que afetaram ainda mais a competitividade vital para uma licitação. Por exemplo, o item que diz ser obrigatória a utilização em todos os caminhões coletores compactadores e nos demais veículos de sistema de identificação, comunicação e monitoramento por GPS. A licitação proibiu a existência de consórcios para prestação do serviço e exigiu que as empresas que buscassem a habilitação tivessem no mínimo a mesma experiência de trabalho que era prestada em Maceió.

Vítimas das enchentes em Alagoas e Pernambuco, continuam abandonadas

28 de Novembro de 2010 18:28
Escrito por Sérgio Luiz Dom
50 mil nordestinos, ainda continuam sem assistência dos estados citados.
Continuam morando em barracas improvisadas, sem saneamento básico, sem água e só se alimentam uma vez por dia.
A humilhação que esses infelizes nordestinos estão passando é de comoção, pois na época do desastre, até as doações que lhe eram enviadas, estavam sendo desviadas por agentes públicos, em resumo, as doações não chegavam até eles, como até agora nunca chegou.
O desprezo que as autoridades alagoanas e pernambucanas está fazendo com essa gente não é coisa de humanos. Só monstros desprezariam pessoas numa situação dessa, onde até as crianças desde junho, estão sem ir a escola, devido não haver nenhuma estrutura estatal que os ajude a sair da situação atual que se encontram.
Na época do desastre, o Presidente Lula sobrevoou a área de helicóptero...voltou pra Brasília e se engajou na campanha de Dilma e nada mais se falou sobre essas pessoas.
Passou a campanha eleitoral ...políticos comemorando,negociando cargos e o silêncio sobre essas pessoas, da parte das autoridades é total. Ninguém fala nada. Nem em Pernambuco e nem em Alagoas.
Ficaria muito mais bonito se as forças armadas abandonasse as escaramuças do “casal carioca” e em vez das armas, providenciasse assistência emergencial aos desabrigados pelas enchentes, pois nem doação, o povo brasileiro pode mais fazer, devido a infeliz prática de desvios.
Inclusive entrar também na guerra pela água. Enfrentar os poderosos e dar acesso normal de água a todos os nordestinos que estão sofrendo com a seca. Se tiver que atropelar a “constituição” (c minúsculo de propósito), que atropele, desde que a ação seja nobre e genuinamente brasileira; a favor da liberdade dos povos, dentro do próprio Brasil; e não participar de uma ação vexatória em defesa da bandeira da FIFA.
fonte : câmera record

Petrobras recebe propostas para construção e afretamento de sondas de perfuração marítima

27/11/2010 - 09:01

As contratações vão chegar até 28 sondas .
A Petrobras informa que ocorreu no dia 25 de novembro (quinta-feira), a abertura das propostas comerciais de três licitações destinadas à contratação de até 28 sondas de perfuração marítima a serem construídas no Brasil, para atender as demandas de perfuração de poços na camada pré-sal.

De acordo com a Companhia, as três licitações terão prosseguimento através das suas respectivas comissões de licitação, que irão avaliar todas as propostas para dar continuidade aos processos e posteriormente divulgar o resultado final. A Companhia irá decidir ainda pelo número de sondas a serem contratadas em cada modalidade, de acordo com as propostas apresentadas, benefícios gerados e prazo.

“ Concluídos os processos, os mesmos serão submetidos à apreciação da Diretoria Executiva da Petrobras, que irá decidir sobre a quantidade de sondas de cada lote que serão afretadas para a Companhia”, informa.

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