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sexta-feira, 18 de março de 2011

Possibilidades de tsunami em Alagoas

Reportagem do PAJUÇARA MANHÃ no dia 16/mar/2011.

Vigilância Ambiental e Casal discutem consumo de água

A portaria 518/2004 estabelece os procedimentos e responsabilidades relativas ao controle e vigilância da qualidade da água.
Repórter:
Valdete Calheiros

A qualidade da água que os alagoanos consomem foi o principal assunto da reunião técnica entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e as concessionárias de abastecimento público de água (SAAE’s) realizada nesta quarta-feira (16) no Hotel Tambaqui, na Ponta Verde.

A diretora de Vigilância em Saúde Ambiental, da Sesau, Elisabeth Rocha, explicou que o objetivo é trabalhar a integralidade das ações interinstitucionais e discutir a área de controle de qualidade química das concessionárias.

Conforme Elisabeth Rocha, a vigilância da qualidade da água para consumo humano é o conjunto de ações adotadas continuamente pela autoridade de saúde pública para verificar se a água consumida pela população atende à norma vigente, quais os riscos dos sistemas e as soluções alternativas de abastecimento de água para a saúde do ser humano.

“A partir desse encontro, esperamos uma melhor comunicação e entendimento das questões tratadas na portaria 518/2004, do Ministério da Saúde, e no decreto presidencial nº 5.440 de 2005 relativas às ações integradas entre concessionárias e o setor saúde”, adiantou a diretora.

A portaria 518/2004 estabelece os procedimentos e responsabilidades relativas ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade e dá outras providências.

O decreto presidencial 5440/2005 estabelece normas e procedimentos sobre o controle da qualidade da água de sistemas de abastecimento e institui mecanismos e instrumentos para divulgação de informações ao consumidor sobre a qualidade da água para o consumo humano.

http://www.saude.al.gov.br

Prefeitura adere ao Programa Agenda Ambiental na Administração Pública

A prefeitura de Porto Velho aderiu ao programa A3P – Agenda Ambiental na Administração Pública, idealizado pelo Governo Federal. O objetivo do programa é tornar a administração pública sustentável, quer seja municipal, estadual ou federal, com vistas à preservação do meio ambiente. “Nosso desafio é construir uma agenda ambiental para que possamos dar exemplos através de ações concretas”, declarou o secretário municipal de meio ambiente, José Carlos Gadelha.

O Programa A3P foi apresentado aos secretários municipais, adjuntos, assessores técnicos e coordenadores, durante reunião que aconteceu na tarde desta quarta feira (16), no auditório da biblioteca Francisco Meireles. Coube a chefe da Divisão de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Camila Avvi explicar os passos a serem seguidos em todos os setores da administração municipal.

Eixos temáticos

Camila explicou que o Programa A3P foi criado em 1999 pelo Governo Federal, com a finalidade de estabelecer critérios socioambientais na administração pública. O programa trabalha cinco eixos temáticos - a redução dos impactos ambientais, sensibilização, conscientização e capacitação dos servidores e gestores, uso racional dos recursos naturais, segurança no trabalho e melhor qualidade de vida para a sociedade. Também prevê licitações de produtos e serviços ambientalmente saudáveis e construções sustentáveis. “Estamos saindo de um contrato de simples coleta de lixo para uma política de gestão de resíduos sólidos. A Agenda Ambiental é um projeto ousado e precisamos dar essa satisfação para a sociedade, sendo nós os primeiros a contribuirmos para o bem do planeta”, declarou Gadelha. A chefe de gabinete do prefeito Roberto Sobrinho, Mirian Saldaña, também participou da reunião, falou da importância do projeto e fez um apelo aos secretários: “é preciso o comprometimento de todos”, disse.

Gadelha avaliou que as mudanças de hábitos não são fáceis, mas ressaltou que a simples redução no uso de copos descartáveis já fará uma grande diferença. Ele ainda falou de outras ações da prefeitura com vistas preservação da natureza, citando a coleta seletiva que será implantada em breve, a construção do aterro sanitário, que está na fase de estudos dos impactos ambientais e plantio de árvores, cuja meta é atingir um milhão de mudas.

Depois das explicações sobre o Programa A3P, Camila Avvi apresentou o plano de trabalho a ser seguido pelos órgãos municipais para que o objetivo seja alcançado. Uma comissão será montada para debater amplamente o plano e posteriormente será feito o lançamento oficial do programa com a adesão da prefeitura.

http://www.rondoniadinamica.com

Acidente nuclear no Japão faz os EUA tremerem

Por Andrea Lunt, da IPS

Nova York, Estados Unidos, 17/3/2011 – Enquanto o Japão segue lutando contra uma ameaça nuclear, legisladores, ativistas e representantes da indústria atômica dos Estados Unidos debatem sobre o futuro de seu próprio país. A polêmica está centrada na capacidade de Washington para enfrentar uma eventual crise semelhante à vivida pela cidade japonesa de Fukushima depois do tsunami do dia 11.

Existem 104 reatores nucleares nos Estados Unidos, 35 utilizando sistemas similares aos afetados no Japão. Legisladores como Edward Markey, do governante Partido Democrata, hoje questionam sua segurança. Em uma carta à Comissão Reguladora Nuclear (NRC) do dia 11, Edward expressa preocupação pela capacidade de resistência das centrais nucleares do país, várias delas sobre falhas geológicas, ou próximas.

Especial preocupação, destacou, é o projeto de reator fabricado pela Westinghouse e atualmente em exame pela NRC, que falhou nas provas de impactos sísmicos. Segundo Edward, um alto engenheiro da NRC assegurou que a estrutura de proteção interna do reator AP1000 é tão frágil “que poderia se destroçar como um copo de vidro” diante da pressão gerada por um terremoto.

O congressista também expressou preocupação pela capacidade de Washington para responder a um desastre, depois de recentes revelações de que a Agência de Proteção Ambiental, a NRC e a Agência Federal de Administração de Emergências não conseguiram chegar a um acordo sobre quem lideraria os esforços caso ocorra algo similar ao registrado no Japão. Edward solicitou completa investigação sobre as regulamentações de segurança à luz dos acontecimentos no complexo japonês de Fukushima, onde se teme um grande vazamento de radioatividade.

Foi criada uma zona de exclusão de 20 quilômetros em torno do complexo, e a imprensa local informou que aumentavam os níveis de radiação em Ibaraki, localizada entre Fukushima e Tóquio. O governo japonês minimizou a ameaça, apesar de solicitar urgente ajuda da NRC e da Agência Internacional de Energia Atômica.

Por sua vez, a administração de Barack Obama insiste que as centrais atômicas dos Estados Unidos são seguras e rejeitou os pedidos de uma moratória nos planos de desenvolvimento nuclear. O independente Instituto de Energia Nuclear também tentou conter o medo. Em uma declaração em seu site disse que é muito “prematuro” traçar paralelos entre os programas nucleares de Japão e Estados Unidos.

“O Japão enfrenta o que literalmente pode ser considerado o pior caso. Mesmo assim, o mais danificado de seus 54 reatores não liberou radiação em níveis que possam afetar a população”, disse o grupo, destacando os avanços obtidos pelo setor atômico nos últimos anos. “Enquanto não entendermos claramente o que ocorreu nas centrais nucleares de Fukushima e suas consequências, fica difícil especular sobre o impacto de longo prazo no programa de energia nuclear dos Estados Unidos”, afirmou.

No entanto, Linda Gunter, do grupo Beyond Nuclear, pediu maior transparência do governo do Japão e das autoridades do setor atômico. Linda disse à IPS que o derretimento parcial dos reatores de Fukushima deveria servir de alerta para os que defendem o uso de energia atômica. “Mesmo deixando de lado a questão da segurança, que obviamente agora está sobre a mesa devido ao que ocorre no Japão, e se a busca é de uma solução para a mudança climática, a energia atômica leva muito tempo para ser construída, os reatores demoram anos para entrar em funcionamento, e são muito caros”, afirmou.

“A maior parte do custo recai nos contribuintes norte-americanos. Então, para que seguir esse caminho?”, acrescentou. Além disso, “a confiabilidade da energia nuclear é praticamente nula em uma emergência quando existe esta confluência de desastres naturais”, ressaltou Linda.

No Japão, onde calcula-se que mais de dez mil pessoas desapareceram no tsunami da semana passada, a população teme o que se considera o maior desastre nuclear desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). À luz disto, a Beyond Nuclear e outras organizações pedem uma completa e gradual eliminação das usinas atômicas e maior investimento em energias verdes. “Temos agora a tecnologia para usar energias 100% renováveis e efetivas”, disse Harvey Wasserman, editor do site Nukefree.org.

“Mas as empresas têm grandes investimentos que seriam ameaçados em caso de renúncia ao carvão, petróleo, gás e energia nuclear”, disse Harvey à IPS. “Também temem a instalação de um sistema de energia que possa ser controlado pela comunidade, e não monopolizado pelo mundo corporativo. Assim, em última análise, é uma luta entre ricos e pobres, corporações e comunidades, entre tecnologia da morte e a que busca a sobrevivência”, acrescentou. Outros especialistas apontaram a perigosa ligação entre energia atômica e a proliferação de armas nucleares.

“O já destacado renascer nuclear definitivamente acabou”, disse John Burroughs, diretor-executivo do Comitê de Advogados sobre Políticas Nucleares e diretor do escritório norte-americano da Associação Internacional de Advogados contra as Armas Atômicas. “Cada reator produz combustível contendo plutônio, que pode ser usado em armas. A ligação entre arsenais e energia atômica deve ser parte de uma revisão do setor”, disse à IPS.

“Sem dúvidas, o desastre no Japão gerará novas demandas para que a indústria nuclear e seus reguladores sejam mais transparentes. As mesmas demandas devem se estender aos responsáveis pelas armas atômicas nos nove países que as possuem”, afirmou John. As cinco potências “declaradas” são China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Rússia, enquanto as quatro “não declaradas” são Coreia do Norte, Israel, Índia e Paquistão.

*Com a colaboração de Kanya D’Almeida.

http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=88009&edt=1

quinta-feira, 17 de março de 2011

Água contaminada com hormônios

O vilão é o estrogênio, que põe em risco a qualidade da água dos mananciais

Um estudo divulgado recentemente nos Estados Unidos buscou entender os fatores que estão por trás de mais uma ameaça que paira sobre os cursos d'água: a contaminação por estrogênio, um hormônio sintético presente em anticoncepcionais orais e produtos veterinários.

Os autores do trabalho, pesquisadores do Programa de Saúde Reprodutiva e Meio Ambiente, da Universidade da Califórnia, em São Francisco, buscaram basicamente compreender de onde vem o estrogênio que coloca em risco a qualidade da água e traz prejuízos para quem a ingere.

Há suspeitas de que o consumo de água contaminada por estrogênio provoque nas pessoas desequilíbrios hormonais e reprodutivos e a feminização de peixes.

Além de ser produzido naturalmente pelo organismo feminino - o estrogênio é um importante hormônio sexual -, essa substância também é encontrada em grande variedade de produtos de uso diário, como cosméticos. "O hormônio específico utilizado em contraceptivos é apenas uma dessas variações", explica Amber Wise, uma das autoras da pesquisa.

O estrogênio das pílulas anticoncepcionais responde por parte da contaminação, mas num nível bem menor quando comparado ao uso veterinário da substância. O estudo revelou que o emprego de estrogênio em animais (para controlar a fertilidade ou aumentar a produção de leite) chega a ser cinco vezes maior do que o uso humano.

O estrogênio é eliminado nas fezes e, devido ao emprego do estrume como adubo, facilita-se o escoamento do contaminante para cursos de água.

Para combater o problema, os pesquisadores recomendam que se dê menos hormônios sintéticos aos animais.

Sugerem, também, tornar mais eficiente o tratamento de esgotos. "É importante modernizarmos as instalações de tratamento de efluentes, incluindo a desinfecção com ozônio e/ou raios ultravioleta, métodos capazes de remover compostos como o estrogênio sem a introdução de outros produtos químicos", completa Wise.

http://www.tratamentodeagua.com.br/R10/Noticia_Detalhe.aspx?codigo=21458

sexta-feira, 11 de março de 2011

Látex da seringueira pode ser usado na produção de gel antirrugas

Atualmente, com o líquido extraído da seringueira são fabricados calçados, roupas e preservativos. Agora, um estudo feito por um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificou que uma proteína extraída da seringueira promete eliminar os sinais indesejáveis na pele causados pelo tempo. Duas fabricantes de cosméticos do Brasil já sinalizaram que vão produzir um gel antirrugas a partir da proteína analisada.

Ouça a reportagem completa aqui.

Cerrado: Ecologia, Biodiversidade e Conservação

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