BOAS VINDAS

BOAS VINDAS

Pesquisar este blog

quarta-feira, 20 de abril de 2011

As lições do desastre na British Petroleum (BP)

Um ano depois do maior acidente petrolífero dos EUA, indústrias e governos recorrem à ciência e à engenharia para tentar evitar que a tragédia se repita

Larissa Velos0


2010
Aves e peixes foram as maiores vítimas do derramamento no Golfo do México



Um grupo de corais com mais de dois mil anos de idade foi encontrado vivo no Golfo do México na última semana. A área foi cenário do maior vazamento de petróleo da história dos Estados Unidos, um desastre que começou com a explosão da plataforma Deepwater Horizon – da companhia British Petroleum –, em 20 de abril do ano passado, e deixou o triste saldo de 11 mortos.

Ao longo de meses, absurdos 4,9 milhões de barris de óleo negro jorraram do fundo do Atlântico. A sobrevivência de um organismo frágil como um coral mostra que ao menos parte da natureza resistiu à catástrofe. Mas o golpe foi sentido pelo setor petrolífero, que busca soluções para que tragédias ambientais semelhantes não voltem a ocorrer.

Acima do nível do mar, cientistas e engenheiros investem em tecnologias capazes de aumentar a segurança na exploração em alto-mar. O maior perigo em uma plataforma é o chamado “blow-out”, explosão que ocorre a partir de gases inflamáveis que escapam do subsolo e atingem a atmosfera. Para interromper o caminho dessas substâncias, as estruturas contam com um mecanismo de segurança de 16 metros de altura, que sela a passagem dos gases em caso de emergência. Esse aparato não funcionou no acidente da BP e é agora um dos principais alvos dos especialistas.



CATÁSTROFE
O acidente derramou 4,9 milhões de barris de óleo no mar. Mesmo assim, um coral de dois mil anos foi encontrado vivo, quase um ano depois



No Brasil, pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), ligado à UFRJ, têm tentado determinar quais são as falhas mais comuns no equipamento. Eles usam a simulação computacional para chegar a modelos mais seguros e à prova de falhas. Em tempos de pré-sal, a preocupação com segurança precisa ser ainda maior. Afinal, além de terem de perfurar a rocha, as sondas atravessarão uma camada de sal de dois quilômetros. “A indústria do petróleo reviu vários procedimentos de segurança”, afirma a Petrobras, em nota, sem citar quais medidas teriam sido revistas no Brasil. O comunicado enviado pela estatal à ISTOÉ afirma que a maior profundidade não é um agravante e cita a importância da tecnologia. Os técnicos da empresa já usam simuladores 3D para inserir pesquisadores no ambiente que será perfurado no futuro próximo.

A prevenção não é a única preocupação depois do desastre do Golfo do México. “A tecnologia que foi usada para conter o vazamento ainda é a mesma desde o acidente no Alasca com o navio Exxon Valdez, em 1989”, afirma Bob Deans, coautor de “In Deep Water” (“Em Água Profunda”), livro sobre o caso do ano passado. Grandes empresas como BP, ExxonMobil e Shell criaram uma companhia para lidar exclusivamente com a resposta a desastres, que fornecerá equipamentos para eventuais operações tapa-buraco. Só resta torcer para que a capacidade de sobrevivência dos corais não seja colocada, mais uma vez, à prova.



http://www.istoe.com.br/
N° Edição: 2162 15.Abr.11 - 21:00 Atualizado em 20.Abr.11 - 11:03

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Política de Resíduos Sólidos em discussão

Publicado em 13 de abril de 2011

Oito meses após a sanção da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alguns representantes dos diversos setores envolvidos demonstram preocupação em como fazer com que as metas propostas sejam cumpridas dentro dos prazos estabelecidos.


De fato, se tivermos sucesso em simplesmente cumprir a lei, teremos pelo menos duas grandes vantagens ambientais: redução da demanda de matéria-prima ao reutilizar e reciclar aquelas que já estão no ciclo produtivo e a diminuição da poluição, por acúmulo de lixo, principalmente do solo e da água.


Para tratar do tema, hoje, em São Paulo, seis segmentos estarão reunidos: governo, indústria de embalagens, varejo, indústria da reciclagem, agentes recicladores e assessoria ao consumidor, no evento "Diálogos - Política Nacional de Resíduos Sólidos", promoção da Envolverde, Tetra Pak e Compromisso Empresarial com a Reciclagem (Cempre).

Responsabilidades

O aspecto principal da PNRS é a ênfase na responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, ou seja, fazer com que todos se sintam responsáveis e contribuam para a redução da pressão sobre os recursos naturais e da produção de lixo.


Essa responsabilidade vai desde a idealização de produtos e embalagens, que sejam econômicos e ecológicos no emprego de matérias-primas, até o recolhimento desses produtos após o fim da vida útil para a reutilização ou reciclagem, conforme o caso. Entenda-se econômico e ecológico no emprego de matérias-primas inclusive o reúso e reciclagem de materiais.

A nova lei demorou excessivamente para ser sancionada e entrar em vigor (quase 20 anos), um tempo precioso tanto para evitar a degradação ambiental quanto para educar a população. Resta, assim, o grande desafio de fazer com que todos adotem uma nova filosofia de vida, principalmente para quem está acostumado a passar a responsabilidade adiante, preferencialmente ao governo.

O responsável pelo lixo que eu produzo sou eu mesma. Devo, inclusive, cobrar a responsabilidade do governo, do comerciante, do distribuidor, do fabricante. Quer dizer: se tem um serviço de coleta, eu tenho que disponibilizar os resíduos do meu consumo de forma adequada, mesmo que isso inclua separar resíduos e me deslocar até os pontos de coleta, em casos específicos. No fim do processo, todos ganham, principalmente nossos descendentes.

Prazos

De acordo com a nova legislação, a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos deve ser implantada em até quatro anos a pós a publicação da lei, ou seja, agosto de 2014. Já os planos de gerenciamento de resíduos sólidos estaduais e municipais têm até dois anos, quer dizer, agosto de 2012 para estarem implantados.

Maristela Crispim
Editora de Reportagem

terça-feira, 12 de abril de 2011

BRASIL - Governo apresentará em maio lista de cidades e áreas propensas a tragédias naturais

13:29 - 12/04/2011

Até o final de maio, o governo apresentará uma lista das cidades e áreas que são consideradas de alto risco para a ocorrência de tragédias naturais. Com isso, pretende tornar mais efetiva a conscientização das populações sobre os riscos a que estão submetidas, caso continuem vivendo nessas localidades. Essas ações, segundo o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, já são consequência da implementação do Sistema Nacional de Alerta e Prevenção de Desastres Naturais.

“Até final de maio deveremos anunciar as cidades e as áreas consideradas de alto risco para que possamos trabalhar, com as prefeituras, governos estaduais, voluntariado e imprensa, para sensibilizar a população sobre a necessidade de migrarem dali”, explicou hoje (12) o ministro, após participar do Seminário Internacional sobre Gestão Integrada de Riscos e Desastres. Segundo ele, esse sistema deverá estar completamente implantado nos próximos quatro anos.

Bezerra explica que o objetivo do governo é ampliar a capacidade de previsibilidade e de confiança na troca de informações com a Defesa Civil. “´[Assim] o Estado poderá, a tempo e na hora, repassar as informações à defesa civil dos municípios brasileiros, que precisam ser organizados, estruturados, capacitados e treinados."

Os investimentos nesse sistema já estão sendo promovidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). “No caso da Secretaria Nacional de Defesa Civil, já estamos investindo mais de R$ 30 milhões na modernização e na incorporação de novas tecnologias no Centro Nacional de Desastres Naturais”, acrescentou Bezerra.

Esse centro receberá, tratará, padronizará e homogenizará informações colhidas nas diversas entidades parceiras, antes de serem repassadas aos sistemas de defesa civil dos estados e dos municípios brasileiros.

Várias ações estão previstas. No campo legislativo, serão usados mecanismos que ajudem a coibir ocupações em áreas de risco. Será criado também um cadastramento de áreas de alto risco. “Recursos serão alocados para obras de prevenção no sentido de mitigar os danos materiais e as perdas de vidas humanas nessas áreas classificadas como de alto risco”, disse o ministro.

Segundo ele, o vice-presidente Michel Temer e o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, têm ajudado na tentativa de mudar a legislação, “sobretudo no estatuto da cidade para que possamos coibir a ocupação de áreas irregulares e de alto risco que já estão sendo cadastradas e mapeadas”.


Brasil ainda não tem solução para o lixo radioativo

Embora o País já disponha de tecnologia para construir um depósito definitivo para os resíduos, todo o material gerado no complexo nuclear desde o início das operações das usinas, em 1986, está armazenado de forma temporária.

Passados 26 anos que o Brasil produz energia nuclear, a solução definitiva sobre o que fazer com o lixo radioativo gerado pelas usinas de Angra 1 e 2 ainda esbarra em decisões políticas para se tornar realidade. Embora o País já disponha de tecnologia para construir um depósito definitivo para os resíduos, todo o material gerado no complexo nuclear desde o início das operações das usinas, em 1986, está armazenado de forma temporária.

Com o início das operações de Angra 3 previsto para dezembro de 2015 e a capacidade dos depósitos de Angra 1 e 2 perto do limite, o governo brasileiro terá que alcançar uma solução nos próximos anos. O projeto para a construção de um depósito final também esbarra em uma questão polêmica: a escolha do local que receberá os materiais radioativos, um vizinho considerado indesejado.

Desde que Angra 1 e 2 entraram em operação, já existem 2.777 m³ de lixo radioativo (sem considerar as varetas de urânio), quantidade suficiente para encher pouco mais de uma piscina olímpica. Esses resíduos estão guardados, de forma provisória, em um depósito que fica próximo ao complexo nuclear.

Entre os resíduos considerados perigosos, estão peças, ferramentas e roupas que tiveram contato com a radiação, considerados de média e de baixa radioatividade. O lixo radioativo pode emitir radiação por milhares de anos e, se guardado de forma irregular, pode causar um desastre como o que aconteceu em Goiânia, com o Césio-137, que provocou a morte de 60 pessoas.

À época, em 1987, catadores de lixo desmontaram equipamentos que continham material radioativo e que haviam sido abandonados por uma clínica de saúde desativada. Segundo a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia responsável por licenciar e fiscalizar as operações das usinas, esse material está armazenado de forma segura no único depósito definitivo para lixo radioativo que existe no Brasil, localizado na cidade Abadia de Goiás, na região metropolitana de Goiânia.

Tambores concretados em piscina

De acordo com o diretor de Radioproteção e Segurança Nuclear da CNEN, Laércio Antônio Vinhas, a elaboração do projeto que dará destino final ao lixo radioativo é “uma das prioridades da comissão”.

- A tecnologia nós já temos. O projeto de Goiânia é mais simples, mas a concepção é a mesma. Ele explica que entre o material radioativo e o ambiente deve haver até oito barreiras físicas. O lixo será armazenado em tambores, que são concretados e vão para uma espécie de piscina vazia que é completada com mais concreto. Depois disso, esse tanque será fechado com uma laje e, em cima de tudo isso, ainda haverá mais uma cobertura de concreto e de terra.

Para Vinhas, uma das alternativas para resolver o impasse sobre o local onde esse depósito deve ser construído é a criação de uma espécie de “royalty inverso”, sistema em que os municípios receberiam dinheiro não pela extração de um recurso mineral, mas para guardar o lixo radioativo.

- Não é um problema técnico, mas sim político. Na Coreia, por exemplo, o governo abre uma concorrência invertida. As cidades disputam para receber o depósito por conta das compensações financeiras.

Outro tipo de resíduo produzido nas usinas é o combustível que fica no interior das varetas de urânio. Quando chega ao fim, elas são armazenadas em um tanque coberto com água (a água funciona como barreira que evita emissão de radiação).

Segundo a Eletronuclear, as piscinas têm vida útil até 2020. Depois disso, será preciso dar um novo fim para esse combustível. Em outros países que usam energia nuclear, o urânio é reprocessado e reutilizado, como explica o coordenador de Comunicação e Segurança da Eletronuclear, José Manuel Diaz Francisco.

- O urânio pode ser reprocessado para um novo ciclo de uso, mas o Brasil ainda não reprocessa. Essa é uma decisão que cabe ao governo brasileiro.

Passivo ambiental

O professor de engenharia nuclear da Coppe - Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ e PhD em energia nuclear no Massachusetts Institute of Technology, Antonio Carlos Marques Alvim, diz que já existe tecnologia para armazenar com segurança material radioativo sem uso.

- Uma das críticas em relação à energia nuclear era sobre o destino dos rejeitos [resíduos], mas hoje já há estudos para melhorar os reservatórios e para a transmutação dos rejeitos, ou seja, para diminuir seu tempo de vida e causar menos impacto para o ambiente.

Sem entrar na discussão sobre como garantir a segurança no armazenamento desses materiais, o coordenador da campanha de energias renováveis da ONG Greenpeace, Ricardo Baitelo, chama a atenção para uma questão de difícil solução e que ainda representa um enorme desafio não apenas para o Brasil, mas para todos os países que usam energia nuclear.

Para ele, o mais grave problema envolvendo a questão são "os passivos nucleares que serão passados de geração para geração, a perder de vista".

- Esse combustível terá de ser estocado por muitos anos. A gente não está falando só de centenas de anos, mas de milhares de anos. Como é que se sabe se existe uma estrutura capaz de manter isso seguro e imune à qualquer acidente? Não só a terremotos como o do Japão, mas à mudança na elevação do nível do mar, considerando as mudanças climáticas que ocorrerão ao longo dos anos?

Japão aumenta para nível máximo o acidente nuclear de Fukushima

A Comissão de Segurança Nuclear do país sobe de 5 para 7 o desastre. Eles aumentaram, depois de analisar, os efeitos do vazamento radioativo sobre a saúde dos moradores da região e o meio ambiente. Um mês depois das tragédias do terremoto e do tsunami que devastaram o Japão, o governo do país vai aumentar para o nível máximo a gravidade do acidente nuclear de Fukushima. O desastre passa agora de 5 para 7 na escala internacional que mede os acidentes atômicos. Esse é o mesmo nível do desastre nuclear de Chernobyl, até agora o pior já registrado. A decisão foi tomada pela Comissão de Segurança Nuclear do Japão, depois de analisar os efeitos do vazamento radioativo sobre a saúde dos moradores da região e o meio ambiente. O aumento da gravidade do acidente de Fukushima vai ser anunciado pelas autoridades japonesas nesta terça-feira (12).

sexta-feira, 8 de abril de 2011

IMA, Ufal e Seminfra discutem erosão costeira em Meceió

Técnicos da prefeitura discutiram com IMA ações para interromper processo de erosão costeira

Flávia Batista

Instituto do Meio Ambiente (IMA), Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) de Maceió voltaram a discutir, na manhã desta quinta-feira (07), as ações que possam interromper o desaparecimento da faixa de praia no litoral da capital alagoana. O tema voltou à pauta dos especialistas, que buscam realizar estudos sobre a hidrodinâmica costeira para contenção do processo erosivo e a recuperação da praia.


Para estacionar o avanço do mar na faixa de areia, situação já verificada em grande parte do litoral alagoano, alguns estudos já elaborados pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) serão aplicados à realidade alagoana. Segundo o diretor-presidente do IMA, Adriano Augusto de Araújo Jorge, a ideia é aplicar em Alagoas o Monitoramento Ambiental Integrado, já em operação na orla da região metropolitana de Recife e que tem a meta de identificar os fenômenos incidentes sobre a costa. “A partir do conhecimento destas forças naturais, pode-se buscar alternativas tecnológicas para impedir o processo erosivo”, afirmou.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Japão vai jogar cerca de 11,5 mil toneladas de água radioativa no mar

Governo afirma que nível de radioatividade é baixo.

Número de mortos por tsunami passa dos 21 mil, segundo a polícia.

A Tokyo Electric Power (Tepco), empresa que administra a usina nuclear de Fukushima, afirmou nesta segunda-feira (4) que vai despejar no Oceano Pacífico cerca de 11,5 mil toneladas de água radioativa acumuladas nas instalações da central.

De acordo com a empresa, os índices de radiação na água que será jogada ao mar são aproximadamente 100 vezes acima do normal. A Tepco afirma que o nível de radiação é considerado 'relativamente baixo'.

Um funcionário do governo japonês disse que não há alternativa. "Não temos opção senão despejar essa água contaminada ao mar como medida de segurança", disse o porta-voz do governo, Yukio Edano.

Também nesta segunda-feira (4) a Tepco informou que usou líquido com corante em um túnel próximo ao reator 2 da central para tentar determinar a rota pela qual a água radioativa vaza para o mar.

Segundo informações da televisão "NHK", os funcionários verteram o líquido de cor branca em um túnel que conduz à fossa onde no sábado (2) foi detectada uma rachadura de cerca de 20 centímetros, que permite que água com uma elevada radioatividade vaze para o mar.

A empresa tentou deter o vazamento selando a rachadura com concreto e injetando polímero em pó para absorver a água, mas nenhuma nenhuma dessas duas medidas obteve sucesso. O objetivo do corante é poder seguir a rota exata pela qual a água contaminada chega ao mar.

A Tepco estuda ainda tapar a rachadura com produtos químicos ou instalar uma barreira no litoral para conter a água radioativa. De forma paralela, os técnicos continuam os esforços para drenar a água radioativa que inunda os porões dos prédios de turbinas das unidades 1, 2 e 3, e dificulta seriamente os trabalhos para esfriar os reatores da central de Fukushima.

Número de mortos

O Japão foi atingido no dia 11 de março por um terremoto de magnitude 9, seguido por tsunami, na região nordeste do país. Segundo último balanço divulgado pela polícia nesta segunda-feira (4), o número de mortos aumentou para 12.157. Os desaparecidos totalizam 15.496 pessoas.

Além disso, quase 160 mil pessoas que moravam nas províncias de Miyagi, Iwate e Fukushima, as mais devastadas pela catástrofe, continuam abrigadas nos 2.100 refúgios temporários.

(*com informações da Reuters e EFE)

(Fonte:G1-04/03/11)


Related Posts with Thumbnails